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📲 Novas regras do Pix: Como liberar limite em novo smartphone?

Saiba como liberar o limite do Pix ao trocar de smartphone e entender as novas regras do Banco Central para proteger suas transações.

Eduardo MendesPor Eduardo Mendes6 min de leitura
Pix novo smartphone

As novas diretrizes do Banco Central para o uso do Pix, implementadas no dia 1º de novembro de 2024, introduzem medidas de segurança para proteger os usuários contra fraudes. Entre as mudanças, está a limitação do valor de transferências para novos dispositivos, que agora possui um teto de R$ 200 até que o aparelho seja registrado no banco. Entenda como funciona o processo de cadastro, por que ele é necessário e as orientações para garantir transações seguras.

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Por que o Banco Central estabeleceu novas regras para o Pix?

O Pix é amplamente utilizado no Brasil, e essa popularidade também gerou um aumento no número de fraudes. Em resposta a isso, o Banco Central implementou novas regras para aumentar a segurança dos usuários, limitando temporariamente o valor de transações em dispositivos novos.

Para esses aparelhos, o limite padrão é de R$ 200 por transação, sendo necessário o registro do dispositivo para liberar valores mais altos.

Como cadastrar um novo dispositivo no aplicativo do banco?

Pix aproximação bancos
Imagem: Sidney de Almeida/shutterstock

O processo para cadastrar um novo dispositivo é simples e visa permitir que o cliente continue realizando transações com os limites tradicionais. Abaixo estão as etapas básicas para registrar o aparelho:

  1. Acesse o aplicativo do banco: Abra o aplicativo da sua instituição financeira no novo aparelho e busque a opção de “Gerenciamento de dispositivos” ou “Configurações de segurança.”
  2. Solicite o cadastro do novo dispositivo: Escolha a opção para cadastrar um novo dispositivo e siga as instruções fornecidas pelo banco. Esse processo pode incluir verificação de identidade e autenticação em duas etapas.
  3. Complete a autenticação em dois fatores: Como medida de segurança, será necessário ativar a autenticação em duas etapas. Esse passo ajuda a garantir que apenas o proprietário da conta consiga realizar o cadastro.

Após a conclusão do cadastro, o limite de transação para o Pix será ajustado de acordo com o padrão da sua instituição.

Importância da autenticação em dois fatores

A autenticação em dois fatores é uma etapa essencial no processo de cadastro, pois adiciona uma camada extra de proteção ao impedir que um fraudador use informações obtidas ilegalmente para registrar um dispositivo. Esse método envolve a verificação por meio de código enviado via SMS, e-mail ou aplicativo autenticador.

Dispositivos antigos e a nova regulamentação

As novas regras se aplicam apenas a dispositivos que nunca foram utilizados para transações Pix. Se o usuário já utiliza um celular ou computador para o Pix, não será necessário realizar um novo cadastro para esses aparelhos, e os limites de transação permanecem inalterados.

Como descadastrar dispositivos antigos

Para evitar riscos de segurança, é recomendável que o usuário exclua qualquer dispositivo que não esteja mais em uso para o Pix. Esse descadastramento é feito no mesmo menu de gerenciamento de dispositivos. Ao desativar um aparelho, as transações nele passam a ter limites mais restritos, voltando ao limite temporário aplicado para dispositivos não registrados.

Excluir dispositivos antigos: um passo essencial para a segurança

Quando um usuário deixa de usar um dispositivo para transações Pix, é fundamental removê-lo do registro de dispositivos confiáveis no aplicativo do banco. Essa medida impede que um aparelho antigo, caso caia em mãos erradas, seja utilizado para transações financeiras com limites normais.

Além disso, ao descadastrar o dispositivo, ele fica sujeito aos limites mais baixos impostos pelo Banco Central para aparelhos não registrados, o que ajuda a proteger a conta de possíveis tentativas de fraude.

Para descadastrar um dispositivo:

  1. Acesse o gerenciamento de dispositivos no aplicativo do banco.
  2. Selecione o dispositivo a ser removido e siga as instruções para excluir o acesso.
  3. Confirme o descadastramento e observe se o dispositivo não aparece mais na lista de aparelhos autorizados.

Dicas de segurança ao utilizar o Pix em novos dispositivos

Imagem: Tirachard Kumtanom / shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital

Além de registrar o novo dispositivo, alguns cuidados adicionais ajudam a manter as transações Pix seguras:

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  • Use senhas fortes e exclusivas para o aplicativo do banco, evitando combinações fáceis de adivinhar e utilizando caracteres variados.
  • Ative notificações de transações para monitorar em tempo real qualquer movimentação na conta.
  • Evite usar Wi-Fi público ao acessar o app do banco. Prefira sempre redes confiáveis e seguras, como a conexão de dados móveis.
  • Mantenha o sistema operacional do aparelho atualizado, pois as atualizações de segurança corrigem possíveis vulnerabilidades.
  • Evite compartilhar seu dispositivo ou a senha do app com outras pessoas, mesmo familiares.

Perguntas frequentes sobre as novas regras do Pix

O que acontece se eu não cadastrar o novo dispositivo?
Sem o registro, o dispositivo permanecerá com limite reduzido para transações via Pix, sendo o valor máximo de R$ 200 por transação e R$ 1.000 por dia.

Quanto tempo leva para o cadastro ser aprovado?
O tempo de aprovação pode variar conforme o banco, mas geralmente o dispositivo é confirmado em até 24 a 48 horas. Em alguns casos, o processo pode ser mais rápido.

Posso cadastrar vários dispositivos para o Pix?
Sim, é possível cadastrar mais de um dispositivo para usar o Pix, mas cada um deverá ser registrado individualmente, seguindo as etapas de autenticação de segurança.

O que devo fazer se perder ou trocar de dispositivo?
Em caso de perda ou roubo, entre em contato imediatamente com o banco para bloquear o dispositivo e proteger sua conta. Se adquirir um novo aparelho, siga as etapas de registro para cadastrá-lo.

Como as novas regras do Pix impactam o uso diário

Essas novas diretrizes visam aumentar a proteção dos usuários e tornar as transações mais seguras, especialmente para quem utiliza o Pix com frequência em diferentes dispositivos. Embora o processo de cadastro e autenticação em dois fatores possa parecer mais demorado, ele oferece uma segurança adicional e protege o patrimônio dos clientes.

A importância da segurança digital nas transações financeiras

À medida que o Pix se consolida como uma das principais formas de pagamento no Brasil, o Banco Central e as instituições financeiras continuam desenvolvendo soluções para manter o ambiente digital seguro. Com as novas regras de cadastro e limite para novos dispositivos, o sistema financeiro brasileiro fortalece suas defesas contra fraudes, promovendo um uso mais seguro e confiável para todos.

Essas atualizações refletem o compromisso das autoridades com a proteção dos usuários e mostram que a segurança digital é uma prioridade. O acompanhamento das mudanças e o cumprimento das diretrizes por parte dos usuários são essenciais para garantir que o Pix continue sendo uma alternativa segura, prática e acessível para transferências e pagamentos.

Eduardo Mendes

Autor

Eduardo Mendes

Eduardo Mendes é cofundador do Seu Crédito Digital, especialista em SEO, jornalista e bacharel em Administração de Empresas pela UFRGS. Apaixonado por finanças e empreendedorismo, escreve em blogs desde 2014 e atua criando conteúdos, vídeos e análises para ajudar o público a tomar decisões financeiras mais inteligentes.

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