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Novo auxílio polêmico paga R$ 2 mil para beneficiários

Entenda o motivo do novo auxílio de R$ 2 mil ter gerado polêmicas, e saiba quem teria direito de receber esse valor.

VictóriaPor Victória2 min de leitura
mulher segurando notas de 50 reais

Na última terça-feira (13), a aprovação de um projeto na Assembleia Legislativa de Goiás tem causado polêmicas. Isso porque o projeto propõe a “Bolsa Arma” para mulheres vítimas de violência. 

Desse modo, a ideia é oferecer R$ 2 mil para as vítimas para que elas possam comprar suas próprias armas de fogo. A medida foi proposta pelo parlamentar Major Araújo (PL) em 2020. 

Votações para o auxílio de R$ 2 mil

Primeiramente, a medida já conta com duas votações favoráveis na Assembleia e agora segue para a sanção ou veto do governador do estado, Ronaldo Caiado (União Brasil).

Apesar disso, membros do Palácio das Esmeraldas, onde mora o governador, acreditam que Caiado vai vetar a proposta de auxílio, já que o projeto pode conter “um caminhão de vícios”. 

Como seria o Bolsa Arma?

De acordo com o texto, esse auxílio seria para a compra de uma arma em uma única parcela. Desse modo, o valor pode ser solicitado apenas por mulheres que sofreram violência doméstica, ou por ser mulher, com indiciamento do agressor.

Além disso, se o projeto for aprovado, as mulheres também deverão atender outros requisitos para solicitar o pagamento do benefício, como:

  • ser moradora do estado de Goiás há pelo menos três anos, com comprovação por meio de documentos;
  • ter 21 anos ou mais;
  • não ter armas registradas em seu nome;
  • não ter antecedentes criminais;
  • ter preparo para manusear armas de fogo;
  • ter habilitação em tiro;
  • comprovar saúde psicológica e psiquiátrica.

Portanto, se a cidadã cumprir com todos os requisitos listados acima, poderá receber uma parcela para comprar sua própria arma de fogo.

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Por que a proposta foi criada?

Vale destacar que o autor da proposta acredita que essa seria uma maneira das vítimas de violência se sentirem mais seguras diante de seus agressores.

“É uma medida extrema. Seria desnecessário se as medidas adotadas até hoje tivessem eficácia”, destacou Major Araújo.

Imagem: Leonidas Santana / Shutterstock.com

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Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

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