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Novo salário mínimo terá reajuste de R$ 5 bilhões; saiba qual será o novo valor

Descubra o possível novo valor do salário mínimo em 2024, que deve aumentar em R$ 5 bilhões os gastos estatais. Confira aqui!

Maria SoaresPor Maria Soares2 min de leitura
Mão retirando notas de 100 reais da boca do caixa eletrônico

No cenário atual do mercado financeiro, uma das discussões mais contundentes é o reajuste previsto para o salário mínimo em 2024 pelo governo Lula. Com o Governo Federal apontando para uma elevação de 7,65%, os municípios poderão sentir um impacto de R$ 5 bilhões em suas despesas.

Além disso, o reajuste tende a pressionar mais as folhas de pagamento em municípios menores, especialmente nas áreas do Nordeste. Neste artigo, detalharemos os números, as projeções e como vai funcionar a aplicação do reajuste.

Quanto vai ser o salário mínimo em 2024?

mulher segurando dinheiro para representar o auxílio para mães solteiras
Imagem: Reprodução/Jeane de Oliveira – Agência Senado

Apesar da proposta inicial da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) indicar um salário mínimo de R$ 1.389 para 2024, o otimismo com a perspectiva de crescimento do PIB em 2022 e a projeção do INPC para 2023 sugere um ajuste para R$ 1.421. Isso denota um aumento de 5,22% em comparação ao valor de 2023.

Contudo, é importante observar que a aprovação desse projeto de LDO ainda está em análise no Congresso Nacional. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), solicitou a votação da mudança em regime de urgência, mas a decisão ainda aguarda ratificação.

Como o valor é calculado?

Com a possível aprovação do projeto de lei, teremos uma nova forma de calcular o reajuste anual do salário mínimo. Dessa forma, a nova estratégia considerará a inflação do ano anterior, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e ainda acrescerá o Produto Interno Bruto (PIB) registrado dois anos antes.

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No entanto, há exceções: caso o PIB de dois anos anteriores tenha um desempenho negativo, apenas a inflação será levada em conta para o reajuste. Com isso, a mudança simplifica e elimina a necessidade habitual de negociação entre o governo e o Congresso sobre o reajuste.

Imagem: Brastock / shutterstock.com

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Maria Soares

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