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Nubank se manifesta sobre ameaça de cancelamento em massa de contas!

Nubank responde à ameaça de cancelamento de contas em massa com declaração direta. Descubra o posicionamento oficial da empresa agora!

Recentemente, o Nubank encontrou-se no centro de uma polêmica que gerou grande repercussão nas redes sociais. Tudo começou quando Cristina Junqueira, cofundadora do renomado banco digital, expressou gratidão em sua conta no Instagram, que conta com mais de 418 mil seguidores, por um convite do Brasil Paralelo, um grupo alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Esta demonstração de simpatia não foi bem recebida por parte dos usuários, que prontamente manifestaram sua insatisfação. Muitos supostos clientes do Nubank utilizaram o X, anteriormente conhecido como Twitter, para mostrar seu descontentamento. Dessa maneira, levando a uma onda de ameaças de cancelamento de contas.

Qual foi a resposta oficial do Nubank?

Fachada do Nubank em São Paulo
Imagem: Alf Ribeiro / Shutterstock.com

Diante da crescente pressão pública, o Nubank não demorou a responder. Por meio de um comunicado oficial, a instituição esclareceu que Cristina Junqueira e o banco não possuem nenhuma relação de parceria com os organizadores do evento mencionado. Além disso, reforçaram que o Nubank não patrocina nem endossa os conteúdos disseminados por tal organização.

O banco aproveitou o comunicado para enfatizar sua postura apolítica, declarando-se apartidário e desassociado de qualquer movimento político, religioso ou ideológico. O código de conduta do Nubank foi mencionado, destacando-se por estabelecer um padrão ético severo que não tolera práticas ilícitas, discriminatórias ou abusivas.

Controvérsias envolvendo ex-funcionário

Ademais, o Nubank também se pronunciou sobre outras acusações, especificamente em relação a um ex-colaborador envolvido com o Brasil Paralelo. Conforme a notícia veiculada pelo Intercept Brasil, este engenheiro de software, que foi um dos fundadores de um notório fórum de discussões na internet, foi acusado de promover crimes de ódio, pornografia infantil e antissemitismo.

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Apesar de não mais fazer parte do quadro funcional, o banco optou por não divulgar detalhes sobre o ex-empregado. Mantendo o respeito à privacidade e aos direitos dos trabalhadores. Assim, as reações nas redes sociais contra Junqueira e o Nubank reforçam a sensibilidade das questões políticas e ideológicas na gestão de marca de empresas no atual cenário brasileiro.

Imagem: Alf Ribeiro / Shutterstock.com