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Número de empregos criados no Brasil fica abaixo do esperado
O número de empregos formais criados no país neste ano ficou abaixo do esperado pelo mercado financeiro. Veja os números!
No mês de julho, o número de empregos formais criados no país foi de 218.902. O resultado aponta uma desaceleração e um número abaixo do esperado pelo mercado, de 260 mil. O setor de serviços foi o que mais impulsionou a criação de empregos.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência na última segunda-feira (29).
Número de empregos criados
O número de empregos criados nos últimos doze meses é positivo. Foram 1.560.896 milhões de vagas CLT. No último mês de julho, os números caíram. Confira o histórico.
- Julho/2021: 306.477;
- Agosto/2021: 387.009;
- Setembro/2021: 328.808;
- Outubro/2021: 250.231;
- Novembro/2021: 311.210;
- Dezembro/2021: – 288.215;
- Janeiro/2022: 156.545;
- Fevereiro/2022: 338.184;
- Março/2022: 92.294;
- Abril/2022: 200.019;
- Maio/2022: 276.199;
- Junho/2022: 278.753;
- Julho/2022: 218.902.
O desempenho deste ano também ficou abaixo do registrado no ano passado.
Emprego nos Estados
Todas as unidades federativas apresentaram criação de empregos no mês de julho, sendo que o maior número foi em São Paulo, com 67.009 novos empregos, enquanto o menor foi registrado no Espírito Santo, com apenas 27.
Salário médio
O valor do salário médio cresceu R$ 15,31 na comparação com junho e chegou a R$ 1.926,54 no mês de julho.
Setores na criação de empregos
O setor que mais impulsionou a criação de empregos foi o setor de serviços, que criou 81.783 novas vagas. Veja como foram os demais setores.
- Indústria: 50.503 novas vagas;
- Comércio: 38.574 novas vagas;
- Construção civil: 32.082 novas vagas;
- Agropecuária: 15.870 novas vagas.
Desemprego caiu mas informalidade bateu recorde
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No mês passado, a taxa de desemprego no país recuou para 9,3%, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ainda assim, o número de desempregados é alarmante. Atualmente, são cerca de 10,1 milhões de pessoas em busca de empregos.
Além disso, a informalidade bateu recorde. A taxa de informalidade é de 40% em relação à população ocupada. Estima-se que cerca de 33 milhões de trabalhadores atuam dessa forma.
Faz parte desse contingente trabalhadores sem carteira assinada, empregadores por conta própria sem CNPJ e trabalhadores auxiliares familiares.
O número de empregados sem carteira assinada no setor privado atingiu 13 milhões, o maior da série.
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Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com
