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Número de pessoas ocupadas ultrapassa 100 milhões no Brasil, aponta PNAD

Nova PNAD referente ao trimestre encerrado em outubro mostra contingente de pessoas ocupadas no Brasil. Saiba mais!

No trimestre encerrado no mês de outubro, a taxa de desemprego do país chegou a 7,6%, o que corresponde a uma queda em relação ao trimestre imediatamente anterior. O percentual representa cerca de 8,3 milhões de pessoas desocupadas. Em contrapartida, o número de cidadãos ocupados ultrapassou 100 milhões. 

Nesse sentido, com aproximadamente 100,2 milhões de brasileiros ocupados no período analisado, é possível verificar uma alta 0,9%, ou seja, um adicional de 862 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Em comparação ao mesmo trimestre do ano passado, este indicador apresentou, também, variação positiva (0,5%).

Os dados constam na Pesquisa por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana. 

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Ocupação e categoria de emprego

A pesquisa apresenta dados sobre a posição na ocupação e a categoria de emprego entre os brasileiros. Assim sendo, no trimestre encerrado em outubro, os destaques foram os seguintes:

  • Empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada: 37,6 milhões de pessoas, crescimento de 1,7%;
  • Empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada: 13,3 milhões de pessoas, estabilidade;
  • Trabalhadores por conta própria: 25,6 milhões de pessoas, crescimento de 1,3%; 
  • Trabalhadores domésticos: 5,8 milhões de pessoas, estabilidade. 
Carteira de trabalho em cima de uma folha de caderno, ao lado de um teclado.
Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com

Atividade das pessoas ocupadas registra avanço na maior parte dos setores

De acordo com a PNAD Contínua, ao comparar os dados do grupamento de atividades entre as pessoas ocupadas do último trimestre com o mesmo período do ano passado, é possível observar um crescimento na maior parte dos setores. Veja. 

  • Transporte, armazenagem e correio: 5,4%, ou mais 283 mil pessoas;
  • Alojamento e alimentação: 7,0%, ou mais 365 mil pessoas;
  • Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas: 4,2%, ou mais 508 mil pessoas;
  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 2,5%, ou mais 439 mil pessoas.

Em contrapartida, a única queda foi registrada no grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com redução de 4,0%, ou menos 351 mil pessoas.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com