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Número de pessoas ocupadas ultrapassa 100 milhões no Brasil, aponta PNAD

Avatar de Rafaela Medolago Rafaela Medolago · · 2 min de leitura
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No trimestre encerrado no mês de outubro, a taxa de desemprego do país chegou a 7,6%, o que corresponde a uma queda em relação ao trimestre imediatamente anterior. O percentual representa cerca de 8,3 milhões de pessoas desocupadas. Em contrapartida, o número de cidadãos ocupados ultrapassou 100 milhões. 

Nesse sentido, com aproximadamente 100,2 milhões de brasileiros ocupados no período analisado, é possível verificar uma alta 0,9%, ou seja, um adicional de 862 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Em comparação ao mesmo trimestre do ano passado, este indicador apresentou, também, variação positiva (0,5%).

Os dados constam na Pesquisa por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana. 

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Ocupação e categoria de emprego

A pesquisa apresenta dados sobre a posição na ocupação e a categoria de emprego entre os brasileiros. Assim sendo, no trimestre encerrado em outubro, os destaques foram os seguintes:

  • Empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada: 37,6 milhões de pessoas, crescimento de 1,7%;
  • Empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada: 13,3 milhões de pessoas, estabilidade;
  • Trabalhadores por conta própria: 25,6 milhões de pessoas, crescimento de 1,3%; 
  • Trabalhadores domésticos: 5,8 milhões de pessoas, estabilidade. 
Carteira de trabalho em cima de uma folha de caderno, ao lado de um teclado.
Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com

Atividade das pessoas ocupadas registra avanço na maior parte dos setores

De acordo com a PNAD Contínua, ao comparar os dados do grupamento de atividades entre as pessoas ocupadas do último trimestre com o mesmo período do ano passado, é possível observar um crescimento na maior parte dos setores. Veja. 

  • Transporte, armazenagem e correio: 5,4%, ou mais 283 mil pessoas;
  • Alojamento e alimentação: 7,0%, ou mais 365 mil pessoas;
  • Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas: 4,2%, ou mais 508 mil pessoas;
  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 2,5%, ou mais 439 mil pessoas.

Em contrapartida, a única queda foi registrada no grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com redução de 4,0%, ou menos 351 mil pessoas.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com

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