Mesmo na situação atual, quando estão todos intocados em casa e com medo de se contaminar com um vírus mortal, as pessoas não deixam de fazer planos para o futuro. Não tem como evitar. Muitos estão pensando em fazer uma viagem que nunca fez, começar a investir em ações e em previdência privada ou estudar algo que nunca foi estudado. É natural do ser humano ser ansioso e pensar muito no futuro. Mas é muito difícil definir o que vai acontecer depois que essa crise passar. Ainda não se sabe quanto tempo irá durar e quais os danos que ela irá causar. Uma das únicas certezas do mundo pós pandemia é a imprevisibilidade. Mesmo assim, é possível pensar em algumas tendências que o brasileiro pode seguir depois que a situação retomar a normalidade. Algumas coisas que já estão sendo feitas durante a pandemia, podem continuar sendo rotina.

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O que o brasileiro pensa em fazer no mundo pós pandemia?

Home Office

Por conta da quarentena, muitas empresas passaram a fazer o home office em tempo integral. Alguns estudos comprovam que quando o funcionário trabalha em casa, seu rendimento cresce. Um desses estudos foi feito pela Universidade de Stanford e revelou que o desempenho pode crescer em até 13%.

Quando a quarentena acabar, é bastante provável que muitas empresas passem a disponibilizar, ao menos, um dia da semana para os funcionários trabalharem de suas casas. Isso pode ser vantajoso para os dois lados. Tanto para empresa, quanto para o funcionário.

Serviços Voluntários

Uma das principais justificativas para as pessoas ficarem em casa durante a pandemia era para evitar a contaminação de pessoas do grupo de risco. No caso do coronavírus, são pessoas idosas com mais de 65 anos.

Quando a pandemia passar, a tendência é que muitas pessoas passem a fazer trabalhos voluntários para ajudar pessoas de grupo de risco. Isso vai além de pessoas idosas. Qualquer pessoa que se enquadre nesse perfil. Não se sabe ainda se haverá uma segunda onda ou uma nova crise.

Um dos projetos voluntários mais famosos do Brasil é o TETO, onde pessoas se reúnem para construir casas para desabrigados. É possível imaginar mais projetos como esse surgindo depois da pandemia.

Cultura de doação

As lives dos cantores no YouTube, além de entreter, ajudaram a arrecadar muito dinheiro, alimento e equipamentos de proteção individual. Isso só foi possível por conta de doações de pessoas em todos os cantos do Brasil.

A melhor parte dessas doações é que está existindo prestação de contas em relação ao dinheiro dado. Isso faz com que as pessoas confiem mais em fazer doações para instituições de caridade e organizações não governamentais, que são as ONGs.

Empresas que já fizeram isso durante a quarentena ganharam bastante prestígio entre os clientes. Isso pode aumentar depois depois da pandemia.

Viagens nacionais

Depois de ficar muito tempo trancado em casa, muitas pessoas vão aproveitar os dias de folga para viajar e conhecer lugares novos. Mas como a economia do Brasil não anda nada bem, a tendência é que haja mais turismo interno.

A cotação de dólar está batendo recordes de crescimento, então, a tendência é que as viagens para o exterior caiam nos próximos meses. Então, pode esperar um maior número de pessoas pegando estradas e se deslocando pelas cinco regiões do Brasil.

Essas são apenas tendências do que pode acontecer. Isso porque ainda não há uma data definida para acabar a quarentena. Quando começar a reabertura no país, será lenta e gradual. Ainda irá demorar para as coisas voltarem ao ritmo de antes.

Como foi dito no início do artigo, a única coisa que é possível cravar para o mundo pós pandemia é a imprevisibilidade.

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Imagem: simona pilolla 2 via shutterstock