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Onde posso investir a minha reserva de emergência?

Você tem dúvidas de como investir a sua reserva de emergência? Veja dicas de onde investir e entenda o que é a reserva.

Beatriz CapiraziPor Beatriz Capirazi2 min de leitura
Um pote de vidro com moedas dentro e algumas outras moedas empilhadas fora. Ao lado um cofre, no formato de um porquinho.

Se você começou a estudar sobre investimentos recentemente, provavelmente já deve ter ouvido falar sobre a reserva de emergência. Mas sabe o que é? Qual a sua serventia? As dúvidas são inúmeras e muitas vezes a dúvida faz com que as pessoas posterguem o desejo de investir.

Embora muitas pessoas menosprezem a sua importância, ela é essencial para começar a investir de forma saudável e segura, sendo o primeiro passo que qualquer investidor deveria adotar antes mesmo de começar a estudar ativos.

O que é a reserva de emergência?

Em suma, a reserva de emergência é como se fosse um “seguro”. Sabe aqueles imprevistos que acontecem e nos fazem gastar rios de dinheiro? Elas surgem justamente por isso. Para evitar que uma pessoa se endivide quando um membro da família adoecer, bater um carro ou perder um emprego, a ideia é que a pessoa crie uma reserva própria de dinheiro.

Justamente para suprir possíveis necessidades, a ideia é que a reserva de emergência seja equivalente a seis meses do custo de vida da pessoa. Se uma pessoa ganha R$2.000, por exemplo, a reserva deve ser de 12.000 reais, com a pessoa tendo a possibilidade de se manter caso perca um emprego.

Onde posso investir?

Considerando que este investimento tem de ser usado para emergências, eles devem estar disponíveis a qualquer momento para uso. Por isso, a reserva deve ser alocada em investimentos de liquidez diária, que rendam 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e tenham segurança do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

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Algumas opções são: a conta digital do PicPay, a conta digital do Mercado Pago e do Iti, banco digital do Itaú. No entanto, existem inúmeras opções com as contas correntes de bancos digitais, que em sua maioria, rendem, no mínimo, 100% do CDI. Vale ainda lembrar que todos as instituições bancárias ainda disponibilizam CDBs que também tem este rendimento.

Imagem: witsarut sakorn/shutterstock

Beatriz Capirazi

Autor

Beatriz Capirazi

Jornalista especializada em Jornalismo Econômico pela Fundação Getúlio Vargas/Estadão com interesse em Economia, Política e Direitos Humanos. Autora do livro “Vidas Sucateadas — um olhar sobre a devolução de crianças adotadas”.

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