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Ótima notícia para quem ganha até R$ 2.640: grandes benefícios!

Novidades sobre benefícios acabam de ser anunciadas com foco nos brasileiros que recebem até dois salários mínimos. Veja!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Foto de uma fechadura de porta aberta com uma chave com chaveiro em formato de casa.

Os brasileiros que recebem o equivalente a dois salários mínimos (R$ 2.640) e desejam integrar o Minha Casa, Minha Vida, contam, agora, com ótimos benefícios. Nesta terça-feira (20), foram determinadas algumas mudanças no programa habitacional do Governo Federal para esse público em específico. 

As pessoas que têm tal rendimento mensal compõem a faixa 1 do programa. Vale lembrar que as condições de financiamentos, bem como as características dos imóveis, são determinadas com base nas faixas de rendimento das pessoas.

Além da ampliação dos subsídios para a faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) decidiu por reduzir as taxas de juros até a faixa 2. 

Alteração no teto dos imóveis

Com a mudança aplicada pelo conselho, o teto dos imóveis para a faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida passa a ser de:

  • R$ 264 mil para os municípios com população de 750 mil habitantes ou mais;
  • R$ 250 mil para as cidades com população entre 300 mil e 750 mil habitantes;
  • R$ 230 mil para os que têm população entre 100 mil e 300 mil habitantes;
  • R$ 200 mil para cidades com população inferior a 100 mil habitantes.

Os brasileiros que recebem até R$ 4,4 mil e, portanto, fazem parte da faixa 2 do programa também podem usufruir dos benefícios. 

Redução na taxa de juros para os benefícios da faixa 1

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A redução na taxa de juros determinada pelo CCFGTS para os financiamentos disponibilizados por meio do Minha Casa, Minha Vida atendem aos cidadãos com renda mensal de até R$ 2 mil, que se enquadram na faixa 1. As alíquotas variam de acordo com as regiões do país. Veja:

  • Sul: de 4,5% para 4,25%;
  • Sudeste: de 4,5% para 4,25%;
  • Centro-Oeste: de 4,5% para 4,25%;
  • Norte: de 4,25% para 4%;
  • Nordeste: de 4,25% para 4%.

Imagem: Michael Dechev / shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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