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Para evitar taxação do governo, Shopee faz importante revelação

A Shopee afirmou ao governo brasileiro que apoia a ampliação da fiscalização no setor e tomou uma importante atitude. Confira!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Imagem mostrando fachada da Shopee

Em meio a polêmica acerca da taxação das empresas asiáticas, a Shopee afirmou ao governo brasileiro que apoia a ampliação da fiscalização no setor, inclusive o fim da isenção para o envio internacional entre pessoas físicas.

De acordo com a Shopee, atualmente, 85% das vendas intermediadas pela empresa no Brasil acontecem entre vendedores e compradores brasileiros. Diante disso, a companhia afirmou que pretende reduzir os 15% que são importados e substituir por ofertas nacionais. Além disso, a Shopee ressaltou que faz somente a intermediação, sendo assim, não produz nem vende produtos de forma direta.

Shopee com foco no empreendedorismo local

Além disso Shopee afirmou que trabalha para impulsionar o empreendedorismo local, de modo que os número no Brasil são:

  • 3 milhões de vendedores cadastrados;
  • 9 em cada 10 pedidos são de empreendedores com CNPJ;
  • 7 mil funcionários.

Para a Shopee, a política de importação de produtos lançada pelo governo está alinhada à sua missão de promover os produtos locais e o empreendedorismo.

Governo volta atrás

No início da semana passada, a equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia anunciado a proposta de acabar com a isenção em transações internacionais entre pessoas físicas. No entanto, após grande repercussão negativa nas redes sociais, nesta terça-feira (18), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), informou que o governo não pretende mais acabar com a isenção.

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Contudo, o governo ainda busca formas de taxar as empresas que não cumprem as regras da Receita Federal e deixam de pagar impostos ao governo brasileiro. Assim, a estimativa é que com a arrecadação de empresas que atualmente sonegam impostos no comércio eletrônico chegue a até R$ 8 bilhões.

A iniciativa, segundo Haddad, atende a um pedido de Lula, que pediu que o poder da Receita Federal seja usado sem que houvesse a necessidade de alterar a regra atual.

Imagem: Emoji Dream/shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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