Na última quinta-feira (9), uma técnica de enfermagem, de 31 anos, foi presa pela Polícia Civil do Distrito Federal, em Taguatinga, após simular o próprio sequestro relâmpago e roubo. Além disso, também acusou um inocente de ter sido o autor do crime. Assim, o intuito da golpista seria de não pagar uma dívida que havia contraído com um agiota, afirmando que havia sido roubada no valor de R$ 10 mil.
A princípio, a acusada informou à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) que foi vítima de roubo mediante sequestro, tendo sido obrigada pelos criminosos a sacar R$ 10 mil. Ademais, afirmou que teve seu carro roubado e ficou sob a mira de arma de fogo. Também alegou que os criminosos a abandonaram no Recanto das Emas.
Investigação
Diante do relato da suposta vítima no registro da ocorrência, os investigadores apresentaram diversas fotos de possíveis suspeitos para a mulher. Dessa forma, a técnica de enfermagem indicou um homem como um dos envolvidos no crime.
Assim, após a polícia ter localizado a pessoa indicada, a suposta vítima foi conduzida à delegacia para o reconhecimento. Além disso, os policiais também buscaram imagens de câmera de segurança da região apontada pela mulher, porém as autoridades não encontraram nenhum indício de crime, como havia sido relatado pela suposta vítima.
Dessa forma, após ser interrogada, a falsa vítima afirmou que estava devendo R$ 7,9 mil a um agiota, mas não tinha condições de pagar e, por isso, inventou o crime para poder passar, no cartão de seu marido, o valor de 10 mil na máquina de cartão do agiota.
Denúncia
À vista disso, a técnica de enfermagem foi acusada de denunciação caluniosa por ter imputado crime a um inocente, tendo sido presa na quinta-feira (9), um dia depois do suposto sequestro. No entanto, na sexta-feira (10), a golpista passou por audiência de custódia, sendo liberada em seguida. Contudo, deverá ficar à disposição da Justiça e, caso seja condenada, poderá pegar até 8 anos de prisão.
As informações são do Metrópoles.
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