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Paulo Guedes revela o futuro do Auxílio Emergencial e Bolsa Família

Ministro da Economia fala sobre o auxílio emergencial e Bolsa Família

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Paulo Guedes, ministro da Economia, confirma nesta quarta-feira (09), que o governo irá estender o auxílio emergencial, por pelos menos, mais uns dois meses, como já estavam planejando e era de conhecimento da imprensa. Segundo o conhecimento do mesmo, este período de acréscimo será  suficiente para que os estados terminem completamente a imunização de sua população adulta contra a covid-19.

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Mais dois ou três meses, porque a pandemia está ai. […] Vamos renovar o auxílio e logo depois entra o novo Bolsa Família já reforçado“, pontua o ministro na participação que esteve da reunião da frente de Serviços, nesta terça-feira (8).

Auxílio Emergencial será renovado

Dessa forma, esta informação, foi antecipada pelo colunista Gustavo Uribe, da CNN, onde diz que, o governo federal deverá sim, aumentar o auxílio emergencial por um período curto, que vai servir como uma forma de transição para a formulação do novo Bolsa Família.

Provavelmente renovaremos o auxílio emergencial por dois ou três meses, porque tem uma visão clara no Brasil de que a pandemia estará controlada em 60 a 90 dias. Todos os governadores estão dizendo que a população adulta estará vacinada até setembro. Se não estiver, nos renovaremos de novo“, afirmou o ministro. “Por agora, renovaremos para setembro. Se for necessário, faremos outubro também, mais um. Estamos estendendo por dois ou três meses. Ainda vai ser decidido.

Ademais, além da prorrogação do auxílio, o ministrou voltou a falar sobreo Bônus de Inclusão Produtivo, o BIP, e também do Bônus de Incentivo à Qualificação, o BIQ. Todavia, o valor que foi falado por ele, já diminuiu de R$ 300, para R$ 275, para cada um dos beneficiados

Com R$ 275 pagos pelo governo e mais R$ 275 que a empresa paga, o jovem consegue um programa de um ano ou até um ano e meio de qualificação profissional“, fala.

De acordo com o mesmo, já se encontra duas ou três grandes empresas que entraram em contato com o governo, querendo contratar até 30 mil jovens, que estejam dentro do regime especial do programa.

Achamos que vai ter um aumento muito rápido do nível de emprego. Na verdade, uma redução do desemprego, tirando esses jovens das ruas e levando-os à qualificação profissional. Vamos pegar onde o desemprego é maior: no jovem nem-nem (que nem estuda nem trabalha)“, reforçou o ministro.

O aumento das parcelas do Auxílio Emergencial é mais uma ação assistencialista do governo. Além de aumentar o valor e número de beneficiário do Bolsa Família, o governo também pretende rebatizar o programa como ”Alimenta Brasil”.

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Imagem: A.RICARDO / Shutterstock.com

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