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Pílula do Câncer: Anvisa alerta que medicamento não é eficaz!

Anvisa reitera que a pílula do câncer não possui comprovação científica para o tratamento do câncer e adverte contra o consumo de produtos não registrados.

Bruna MachadoPor Bruna Machado3 min de leitura
anvisa, pilula do câncer

Em um alerta contundente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou nesta terça-feira (23) que a fosfoetanolamina, popularmente conhecida como “Pílula do Câncer”, não possui comprovação científica para o tratamento da doença e não está autorizada para ser comercializada ou utilizada como medicamento.

A medida visa proteger a saúde da população e evitar que pacientes busquem alternativas não seguras e ineficazes para o combate ao câncer. Saiba mais!

Anvisa alerta que pílula do câncer não tem eficácia comprovada

anvisa, pilula do câncer
Imagem: Myriams-Fotos/Pixabay

Apesar de ter sido considerada por muitos como uma esperança promissora há cerca de 10 anos, a fosfoetanolamina não resistiu ao teste da ciência.

A Anvisa, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e especialistas reiteram que a substância não apresenta os efeitos desejados contra o câncer e que o consumo de produtos não registrados “é extremamente arriscado”.

Riscos à saúde e abandono de tratamentos convencionais

Os perigos do consumo da fosfoetanolamina vão além da ineficácia no tratamento do câncer. A Anvisa alerta que esses produtos podem interferir negativamente nos tratamentos convencionais, além de apresentar riscos de contaminação.

Abandonar os tratamentos médicos estabelecidos para utilizar terapias não autorizadas e de eficácia desconhecida, como é o caso da fosfoetanolamina, coloca em risco a saúde e as chances de cura dos pacientes.

Anvisa combate a desinformação nas redes sociais

A proliferação de informações falsas nas plataformas digitais contribuiu para a falsa esperança em torno da fosfoetanolamina.

A Anvisa combate essa desinformação e adverte que propagandas nas redes sociais que sugerem a substância como um tratamento eficaz para o câncer ou outras doenças são irregulares e enganosas.

Ciência rigorosa e segurança do paciente

A agência reforça que a ciência médica se baseia em dados e evidências rigorosas, e que os critérios para a aprovação de novos tratamentos são extremamente criteriosos, visando proteger a saúde dos pacientes.

A fosfoetanolamina, por não atender a esses critérios, não pode ser considerada um tratamento seguro e eficaz.

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Consumo inadequado como suplemento alimentar

A Anvisa também esclarece que a fosfoetanolamina não possui aprovação para ser utilizada como suplemento alimentar.

Produtos que a contêm em sua fórmula não podem ser vendidos sob o rótulo de serem terapêuticos ou medicinais. Essa medida visa evitar que os consumidores sejam enganados por produtos que prometem curas sem provas científicas.

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A Anvisa, em sua missão de proteger a saúde pública, reitera que a fosfoetanolamina não é um tratamento eficaz para o câncer e adverte contra o seu consumo. A busca por alternativas de tratamento deve ser feita com cautela e acompanhamento médico, priorizando sempre as terapias cientificamente comprovadas e seguras.

Imagem: Myriams-Fotos/Pixabay

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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