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Pix por aproximação: veja como funciona e se vale a pena usar

Pix por aproximação já está disponível em algumas instituições financeiras. Descubra como funciona, como usar e se vale a pena aderir!

Helena SerpaPor Helena Serpa4 min de leitura
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O Pix por aproximação começou a ser disponibilizado por algumas instituições financeiras na manhã desta sexta-feira (28). A nova modalidade de pagamento digital permite que os usuários realizem transferências instantâneas apenas aproximando o celular da maquininha de pagamento, sem a necessidade de digitar senhas ou ler QR Codes manualmente.

A funcionalidade é semelhante ao pagamento por aproximação com cartões de crédito e débito e pode ser utilizada por meio de aplicativos bancários ou carteiras digitais autorizadas pelo Banco Central (BC). No momento, apenas o Google Pay tem autorização para oferecer o serviço, enquanto Apple Pay e Samsung Pay ainda aguardam aprovação do BC.

Como funciona o Pix por aproximação?

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Imagem: Freepik/ Edição: Seu Crédito Digital

O Pix por aproximação se baseia na tecnologia NFC (Near Field Communication), que já é amplamente utilizada para pagamentos por cartão e carteiras digitais. Com essa tecnologia, é possível efetuar transações apenas aproximando o celular desbloqueado de um terminal de pagamento compatível.

Leia mais: Fim dos bancos online? Banco Central prepara mudanças importantes

Segundo o Banco Central, a implementação do Pix por aproximação faz parte da ampliação do Open Finance, um sistema que promove maior integração entre bancos e instituições financeiras, tornando o processo de pagamento mais ágil e seguro.

Como usar o Pix por aproximação no aplicativo do banco

Cada banco pode adotar um processo diferente, mas o procedimento geral para utilizar o Pix por aproximação via aplicativo bancário segue estes passos:

  1. Abra o aplicativo do banco e selecione a opção “Pix por Aproximação”.
  2. Aproxime o celular da maquininha de pagamento que exibe o Código QR.
  3. Siga as instruções exibidas no aplicativo para confirmar a transação.
  4. Em alguns bancos, como o Banco do Brasil, transações acima de R$ 200 exigem a inserção da senha bancária para maior segurança.

Como usar o Pix por aproximação com carteiras digitais

Para quem utiliza o Google Pay, o processo de pagamento com o Pix por aproximação é bastante simples:

  1. Certifique-se de que sua conta bancária está vinculada ao Google Pay.
  2. No momento do pagamento, informe ao estabelecimento que deseja pagar via Pix por aproximação.
  3. Aproximar o celular desbloqueado da maquininha compatível com a tecnologia NFC.
  4. Confirme a transação na tela do celular.
  5. Confirme a autenticação de segurança do celular (impressão digital, reconhecimento facial ou senha).
  6. Transação concluída.

Segurança do Pix por Aproximação

O Banco Central assegura que o Pix por aproximação segue os mesmos padrões de segurança já utilizados no sistema Pix convencional. No entanto, algumas medidas foram implementadas para garantir maior proteção ao usuário:

  • Autenticação biométrica ou senha: Dependendo da instituição, pagamentos acima de determinado valor exigem autenticação adicional.
  • Limite de transações: Os bancos podem estabelecer um teto máximo para transferências via Pix por aproximação.
  • Bloqueio temporário em caso de suspeita de fraude: Instituições financeiras podem bloquear pagamentos suspeitos e solicitar verificação adicional ao usuário.

Vantagens e desvantagens do Pix por Aproximação

Vantagens:

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  • Agilidade no pagamento: Dispensa a necessidade de digitar chaves Pix ou escanear QR Codes.
  • Mais praticidade: Basta aproximar o celular da maquininha para concluir o pagamento.
  • Segurança reforçada: Autenticação por biometria ou senha adiciona uma camada extra de proteção.
  • Integração com carteiras digitais: Facilita o uso por quem já utiliza Google Pay, Apple Pay ou Samsung Pay.

Desvantagens:

  • Nem todas as instituições aderiram ainda: No momento, apenas o Google Pay foi autorizado pelo BC.
  • Dependência de tecnologia NFC: O usuário precisa ter um celular compatível.
  • Limites e restrições de segurança: Algumas transações podem exigir autenticação adicional.

Vale a pena usar o Pix por aproximação?

Imagem: Freepik/ Edição: Seu Crédito Digital

A nova funcionalidade traz uma forma ainda mais prática e rápida de realizar pagamentos digitais, especialmente para quem já está habituado a utilizar carteiras digitais e pagamento por NFC. No entanto, como a adoção ainda está em fase inicial e depende da autorização do Banco Central para mais instituições, a disponibilidade pode ser limitada.

Para quem busca conveniência e segurança, o Pix por aproximação se mostra uma alternativa interessante, especialmente em estabelecimentos que aceitam esse tipo de transação. Conforme mais bancos e carteiras digitais adotarem o sistema, a tendência é que essa modalidade de pagamento se torne tão comum quanto os cartões por aproximação.

Considerações finais

Com a expansão do Open Finance e o crescente uso do Pix no Brasil, o Pix por aproximação é mais um passo para a digitalização total dos pagamentos. Se a adoção for ampla e bem implementada, pode se tornar a forma mais eficiente de transferências e pagamentos no país.

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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