Elize Matsunaga voltou a ser assunto nesta semana, desta vez, seu nome está envolvido com a falsificação de documentos. Anteriormente, o nome dela veio à tona devido a um print que percorreu as redes sociais, em que sua foto aparecia como motorista de aplicativo.
Polícia confirma falsificação de documentos de Elize Matsunaga
Polícia confirma que documentos usados por Elize Matsunaga foram falsificados. Entenda melhor o caso e saiba o que acontecerá com ela a partir de agora.
Vale destacar que Elize responde em regime condicional e que estava trabalhando, legalmente, na Maxim, de transporte de passageiros. A polêmica começou aí, visto que muitas pessoas criticaram a detenta estar cadastrada como motorista, mas a própria Maxim alegou que ela possuía uma boa nota e nenhuma reclamação de clientes.
Desta vez, o assunto é outro, já que envolve a falsificação de documentos usados pela detenta na tentativa de conseguir um emprego na cidade de Sorocaba.
Elize falsificou documentos?
Até ontem Elize tinha sido indiciada e teve que depor na delegacia de Sorocaba, além de ter seu celular e computador apreendidos. Com isso, a polícia ainda estava investigando para saber se a falsificação de documentos procedia. Os fatos chegaram às autoridades por meio de uma denúncia anônima.
Nesta quarta-feira (1°) a falsificação foi confirmada. Segundo a investigação, o atestado de antecedentes criminais usado por Elize Matsunaga para tentar um emprego em Sorocaba tem três adulterações.
O QR Code do documento tinha mudanças, bem como a assinatura digital alfanumérica e o nome do dono do documento. De acordo com o delegado Acácio Leite, Elize pegou o atestado de uma colega da empresa e sobrepôs o seu nome. O QR Code teria sido borrado e alguns números, suprimidos.
O que acontecerá com a ex-detenta?
Como dito anteriormente, Elize cumpre pena em liberdade condicional desde maio de 2022, mas na última segunda-feira (27) foi detida pela suspeita de falsificação de documentos.
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Assim, ela foi para o 8° Distrito Policial onde afirmou que a empresa em que trabalhava é responsável pela falsificação do atestado de antecedentes criminais. De acordo com Elize, a empresa fez isso para que ela conseguisse ingressar em um dos condomínios em que prestava serviço.
Apesar da alegação, a investigação deve continuar e a polícia vai ouvir a empresa onde ela trabalhava em Sorocaba. Ainda que a falsificação tenha acontecido, esse tipo de crime não cabe prisão. Ou seja, o juiz de Execuções será responsável por definir qual será o futuro da ex-detenta.
Imagem: Divulgação/Netflix
