Os governos pelo mundo lidam com as suas respectivas economias de diversas formas de acordo com o que o momento pede. Logo, uma delas é a política monetária expansionista, utilizada para enfrentar momentos de crise e recessão, por exemplo.
Política monetária expansionista: saiba o que significa isso
Entenda como funciona a política monetária expansionista, o motivo da sua adoção e quais são os possíveis riscos que ela pode trazer!
Dessa forma, esse modelo ajuda os líderes dos países nesse setor a aquecer a economia, assim como atenuar os problemas causados pela estagnação econômica. Saiba mais sobre o seu funcionamento a seguir!
Entenda a política monetária expansionista

Trata-se de uma estratégia económica que visa impulsionar o crescimento económico através da expansão do suprimento de dinheiro na economia. Isso é feito através da redução das taxas de juros, a fim de tornar o crédito mais barato. Sendo assim, há incentivo para o consumo e o investimento em tempos de crise ou recessões.
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Em termos práticos, as pessoas tendem a gastar mais e a investir mais quando as taxas de crédito são mais baixas. Logo, a política monetária expansionista consegue aquecer a economia dessa forma.
Ademais, essa política também pode afetar o comportamento das empresas, uma vez que, com o aumento do consumo, as companhias ganham mais receita, permitindo a elas expandir suas operações, contratando mais trabalhadores e, assim, reduzindo o desemprego.
Quais são os riscos?
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No entanto, apesar dos benefícios que a política monetária expansionista pode trazer, é importante ter em mente que ela também traz consigo o risco de inflação e a possibilidade de uma recessão ainda mais profunda. Portanto, o aumento do consumo se torna desenfreado e a oferta não consegue seguir a demanda por produtos e serviços, levando a um aumento na inflação.
Por fim, outro problema é que os juros mais baixos podem levar a um fluxo de saída de capitais, uma vez que os investidores estrangeiros podem buscar maiores retornos em outros países. Dessa forma, esse êxodo de capital pode levar a uma desvalorização da moeda, tornando as importações mais caras e as exportações mais baratas.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
