A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, informou na manhã desta quinta-feira (19) que irá renunciar ao cargo e ficará somente até o dia 7 de fevereiro. Isso porque, segundo ela, não conseguiu prestar bons serviços ao país.
Primeira-ministra toma decisão polêmica e renuncia
Ela decidiu que irá deixar o cargo a partir de 7 de fevereiro e seu futuro político ainda é incerto. Veja quem é e o que pode acontecer!
A data máxima é quando acontecem as eleições internas do partido de Ardern junto aos seus filiados. A decisão deixou a imprensa da Nova Zelândia surpresa, principalmente quando a primeira-ministra declarou que não tem mais “combustível suficiente no tanque” para se manter na liderança do país.
Decisão da primeira-ministra levou em conta os 6 anos à frente do país
Jacinda Ardern tem 42 anos e estava há 6 anos como premiê da Nova Zelândia. De acordo com pesquisas do Partido Trabalhista, ela teria poucas chances de se reeleger caso optasse por se manter no cargo.
Para o líder do Partido Nacional, Chris Luxon, Ardern prestou excelentes serviços ao país. Em declaração via Twitter, ele disse que “ela deu tudo de si neste cargo que é incrivelmente exigente”.
Já o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, pontuou que Ardern tinha uma enorme força, intelecto e empatia. Porém, mesmo com uma visão favorável dentro do mundo político, a primeira-ministra estava se tornando bastante impopular entre os neozelandeses.
Carreira política de Jacinda Ardern teve marcos importantes
Ardern se tornou a chefe de governo mais jovem do mundo, quando assumiu como primeira-ministra da Nova Zelândia aos 37 anos, em 2017. Além disso, deu à luz durante o seu mandato, sendo o segundo caso, atrás apenas da paquistanesa Benazir Bhutto.
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Entretanto, ela também reuniu problemas e catástrofes durante o mandato, como, por exemplo, o tiroteio na Mesquita de Christchurch, a erupção de um vulcão em Ilha Branca e os índices alarmantes durante a pandemia da Covid-19.
Para ela, os últimos anos foram os mais gratificantes de sua vida, mas ainda não se sabe qual será o futuro político da primeira-ministra após deixar o cargo em fevereiro.
Imagem: Alexandros Michailidis | shutterstock
