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ATENÇÃO! Azeite adulterado: 12 marcas que podem colocar sua saúde em risco

O ministério da Agricultura proibiu a venda de 12 marcas de azeite de oliva devido a fraudes e riscos à saúde.

MarinaPor Marina5 min de leitura
Marcas de azeite são proibidas pelo Ministério da agricultura! Veja quais são

O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil anunciou recentemente a proibição da venda de doze marcas de azeite de oliva. Essa decisão foi tomada após a identificação de fraudes nos produtos, que estavam fora dos padrões de qualidade exigidos. A medida visa proteger a saúde dos consumidores e garantir a integridade do mercado de alimentos. Neste artigo, vamos explorar quais marcas foram afetadas, as razões da proibição e dicas para evitar a compra de azeites fraudulentos.

Marcas de azeite de oliva afetadas

Garrafas de azeite sobre uma mesa e com uma paisagem ao fundo. Anvisa
Imagem: ededchechine / Freepik

Lista das marcas proibidas

A proibição abrange doze marcas, sendo que seis delas tiveram todos os lotes suspensos. Abaixo, apresentamos as marcas e suas respectivas informações:

  1. Grego Santorini
    • Lote: Todos os lotes
    • Empresa responsável: Intra Logística Distribuidora
    • UF: RJ
    • Registro: Não
    • Irregularidade: CNPJ suspenso junto à Receita Federal
  2. La Ventosa
    • Lote: Todos os lotes
    • Empresa responsável: Caxias Comércio de Gêneros Alimentícios LTDA
    • UF: SC
    • Registro: Não
    • Irregularidade: Produto desclassificado
  3. Conservas Sevilliana
    • Lote: Todos os lotes
    • Empresa responsável: E. dos Santos Garcia
    • UF: SP
    • Registro: Não
    • Irregularidade: CNPJ suspenso
  4. Alonso
    • Lote: Todos os lotes
    • Empresa responsável: Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga LTDA
    • UF: PR
    • Registro: Não
    • Irregularidade: CNPJ baixado
  5. Quintas D’Oliveira
    • Lote: Todos os lotes
    • Empresa responsável: Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga LTDA
    • UF: PR
    • Registro: Não
    • Irregularidade: Inapta junto à Receita Federal
  6. Olivas Deltango
    • Lote: 24014
    • Empresa responsável: Agro Business Future LTDA
    • UF: PR
    • Registro: Não
    • Irregularidade: CNPJ inapto
  7. Vila Real
    • Lote: Vários lotes
    • Empresa responsável: Angel Indústria, Exportação e Importação de Produtos Vegetais
    • UF: BA
    • Registro: Sim
    • Irregularidade: Produto desclassificado
  8. Quinta de Aveiro
    • Lote: 272/08/2023
    • Empresa responsável: Distribuidora Mantovani
    • UF: ES
    • Registro: Não
    • Irregularidade: Produto desclassificado
  9. Vincenzo
    • Lote: 19227
    • Empresa responsável: TRL Internacional
    • UF: SC
    • Registro: Sim
    • Irregularidade: Produto desclassificado
  10. Don Alejandro
    • Lote: 19224
    • Empresa responsável: TRL Internacional
    • UF: SC
    • Registro: Sim
    • Irregularidade: Produto desclassificado
  11. Almazara
    • Lote: Todos os lotes
    • Empresa responsável: Oriente Mercantil
    • UF: SP
    • Registro: Não
    • Irregularidade: Produto desclassificado
  12. Escarpas das Oliveiras
    • Lote: Todos os lotes
    • Empresa responsável: Oriente Mercantil
    • UF: SP
    • Registro: Não
    • Irregularidade: CNPJ baixado

Consequências da proibição

As proibições são um reflexo de uma fiscalização mais rigorosa e da crescente preocupação com a fraude alimentar no país. O MAPA recomenda que os consumidores que adquiriram esses azeites suspendam o uso imediatamente e solicitem a troca, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

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Motivos da proibição

Anvisa
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

Fraudes e irregularidades

A proibição das marcas de azeite está relacionada a diversas irregularidades identificadas durante as operações de fiscalização. Entre os principais problemas encontrados estão:

  • Falsificação de produtos: Alguns azeites eram rotulados de forma enganosa, prometendo qualidade que não correspondiam à realidade.
  • Produtos fora dos padrões de qualidade: Muitas das marcas apresentaram produtos que não atendiam aos padrões estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pelo próprio MAPA.

Impactos na saúde pública

Essas fraudes podem causar sérios riscos à saúde dos consumidores, além de comprometer a integridade do mercado alimentício. O azeite de oliva, frequentemente associado a uma dieta saudável, pode, na sua forma adulterada, trazer efeitos adversos à saúde.

Dicas para evitar a compra de azeites fraudulentos

Como se proteger

Diante da proibição de marcas e das crescentes fraudes no setor, o ministério da Agricultura oferece algumas orientações para que os consumidores possam evitar a compra de azeites adulterados:

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  1. Desconfie de preços muito baixos: Se um azeite de oliva está sendo vendido a um preço muito abaixo da média do mercado, isso pode ser um sinal de que o produto é de baixa qualidade ou fraudado.
  2. Evite azeites vendidos a granel: A venda a granel pode dificultar o rastreamento do produto e aumentar o risco de compra de produtos adulterados.
  3. Verifique se a marca já teve a venda proibida: Consulte as listas de produtos irregulares divulgadas pelo MAPA e pela ANVISA.
  4. Consulte o registro da empresa: É possível verificar se a distribuidora, importadora ou produtora de um azeite está registrada no Cadastro Geral de Classificação (CGC) do ministério da Agricultura.
  5. Atenção ao armazenamento: O azeite deve ser armazenado em locais frescos e protegidos da luz. As embalagens escuras ou em lata ajudam a preservar a qualidade do produto.

O papel do MAPA e da ANVISA

Fiscalização e monitoramento

O MAPA e a ANVISA trabalham em conjunto para monitorar a qualidade dos alimentos no Brasil. A fiscalização rigorosa visa garantir que os produtos disponíveis no mercado estejam em conformidade com as normas de segurança alimentar.

Importância da transparência

A transparência nas informações sobre os produtos e as empresas é fundamental para que os consumidores possam fazer escolhas informadas. O acesso a dados sobre as marcas e suas irregularidades é um passo importante para aumentar a confiança no mercado.

Conclusão

A proibição de doze marcas de azeite de oliva pelo ministério da Agricultura representa um avanço na luta contra a fraude alimentar no Brasil. Os consumidores devem estar atentos às orientações do MAPA e às práticas recomendadas para evitar a compra de produtos adulterados. A fiscalização contínua e o engajamento dos consumidores são essenciais para garantir que o azeite de oliva, um dos produtos alimentares mais fraudados do mundo, chegue às mesas brasileiras em sua forma pura e saudável.

Marina

Autor

Marina

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