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Projeto de lei visa regulamentar o Tinder; o que pode mudar com isso?

A proposta prevê que as plataformas adotem políticas de segurança, assim como sanções para os aplicativos. Saiba mais!

Maria SoaresPor Maria Soares2 min de leitura
mão segurando celular aberto no aplicativo de relacionamento, Tinder

Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados pretende regulamentar os aplicativos de relacionamento, como o Tinder. O objetivo é garantir a segurança dos usuários e responsabilizar as empresas que oferecem esses serviços.

A proposta prevê que as plataformas adotem políticas de segurança e, caso não cumpram, o projeto estabelece sanções para os aplicativos.

Neste artigo, vamos discutir as possíveis mudanças que podem ocorrer com a aprovação desse projeto, destacando as medidas de segurança propostas e as sanções previstas. Confira!

Regulamentação do Tinder: o que muda?

O projeto de lei, de autoria da deputada Luizianne Lins (PT), visa implementar medidas de segurança nos serviços oferecidos pelos aplicativos de relacionamento. Entre as principais mudanças que o PL estabelece está a verificação de identidade dos usuários.

Dessa forma, os aplicativos deverão realizar a verificação dos usuários, incluindo a confirmação de idade e a validação de informações pessoais. Isso contribuirá para evitar perfis falsos e garantir mais segurança nas interações.

Além disso, o projeto determina a detecção e o bloqueio de perfis falsos, abusivos ou que promovam atividades ilícitas. Dessa forma, será necessário implementar sistemas eficientes para detectar e bloquear esses perfis.

Além disso, os aplicativos deverão realizar a remoção imediata dos perfis, a fim de proteger os usuários de possíveis crimes e abusos.

Uma outra medida que o PL estabelece é que os aplicativos deverão disponibilizar canais de comunicação para que os usuários possam denunciar condutas indesejadas, abusivas ou criminosas. Isso permitirá um tratamento mais ágil das denúncias e a devida apuração dos casos.

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Projeto prevê punição para plataformas

O projeto de lei também estabelece sanções para os aplicativos que não cumprirem as determinações. As penalidades variam, desde multas de 5% do faturamento do aplicativo — podendo chegar a R$ 50 milhões — até a suspensão da plataforma no país.

Essas sanções têm o objetivo de garantir a efetividade das medidas de segurança e responsabilizar as empresas pelo cumprimento das normas estabelecidas.

Imagem: Thaspol Sangsee / Shutterstock.com

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Maria Soares

Redatora SEO

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