O maior desafio do brasileiro na hora de trocar de carro é o preço. Diante da alta dos juros e da crise financeira que assola o País, muitos comemoraram o programa do Executivo que barateou o preço dos veículos. Sempre dispostos a oferecer crédito aos consumidores, os bancos também viram a medida federal com bons olhos, uma vez que a busca pelo financiamento veicular cresceu exponencialmente.
Só para exemplificar esse cenário, apenas o Itaú registrou um aumento de 25% em anúncios publicitários do Icarros. Contudo, outras instituições também se movimentaram ao longo das últimas semanas, a fim de também aproveitar ao máximo o programa federal.
Que financiamento os bancos oferecem?
Em geral, as instituições oferecem um prazo de até 60 meses para os clientes quitarem o valor do veículo. Nesse sentido, não apenas o Itaú como também a Caixa, o Santander e o Banco do Brasil respeitam essa tendência.
A pedido do portal Money Times, o Santander efetuou uma simulação de financiamento. Caso o cliente opte pelo pagamento em 48 parcelas, sem entrada, o CET (custo efetivo total) atingiria 1,70% ao mês. Isso significa que o Kwid Zen 1.0, veículo mais barato hoje no mercado, custaria mais de R$ 84 mil. A rigor de comparação, à vista nas concessionárias, o carro da Renault custa R$ 58.990.
E qual a proposta das demais instituições?
Ao contrário do Banco do Brasil, que financia o valor integral do veículo, o Itaú disponibiliza apenas 90%. Além disso, a instituição afirmou que as condições do financiamento dependes de uma série de fatores. Dentre eles, estão o perfil do cliente e o modelo do carro.
Em nota divulgada nesta semana, o Banco do Brasil afirmou que para os modelos híbridos e elétricos, os juros podem ser ainda menores. Por fim, a Caixa Econômica Federal garante taxas a partir de 1,49% ao mês. Em contraste com as demais instituições, ela financia somente 80% do valor do carro.
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