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Quebra de acordo: dívida renegociada e não paga, vai pro SPC e Serasa?

o que acontece se ocorrer uma quebra de acordo, e não pagar por uma dívida renegociada? Tire as suas dúvidas aqui neste artigo.

Eduardo MendesPor Eduardo Mendes3 min de leitura
Quebra de acordo: dívida renegociada e não paga, vai pro SPC e Serasa?

Quando o consumidor tem o nome sujo no SPC ou Serasa, ele tem duas opções. É possível pagar o valor da dívida integralmente ou fazer uma renegociação da dívida, em várias parcelas. Neste caso, o devedor entre em um acordo com o credor e se compromete a fazer um acordo de liquidação da dívida. Entretanto, o que acontece se ocorrer uma quebra de acordo, e não pagar por uma dívida renegociada? Tire as suas dúvidas aqui neste artigo.

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Quebra de acordo: dívida renegociada e não paga, vai pro SPC e Serasa?

Com a atualização dos valores, é criada uma nova dívida, com prazos estabelecidos para o pagamento. Portanto, quando o devedor realiza uma renegociação de dívida, logo no pagamento da primeira parcela deve ser feita a exclusão do CPF da base de dados de inadimplentes do SPC, Serasa ou Boa Vista.

Contudo, é exatamente neste aspecto que surgem dúvidas entre os devedores. Ou seja, ao pagar a primeira parcela de uma dívida renegociada, não isenta o devedor quanto ao pagamento da dívida inteira.

Portanto, ao renegociar uma dívida, você estará formando um novo contrato, com uma nova obrigação de pagamento. Todavia, ao deixar de pagar as parcelas do acordo, fica caracterizada a quebra de acordo.

Sim, dívida renegociada e não paga pode ir para o SPC e Serasa

Quando o devedor deixa de pagar uma única parcela da nova dívida, o credor poderá incluir o CPF no SPC e Serasa, poucos dias após o vencimento.

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Além disso, o devedor perderá as vantagens da negociação, como prazo de pagamento, abatimentos e descontos de multas e juros do valor principal. E ainda, na maioria das vezes, passa a valer o contrato original para o restante do montante em atraso.

Considerações finais

Antes de tomar a decisão de renegociar uma dívida, o consumidor deve se assegurar que o novo parcelamento é viável. Portanto, é preciso reorganizar a vida financeira, antes de decidir. Prefira sempre economizar e pagar o máximo possível, sem comprometer a renda com objetivos inatingíveis. E lembre-se: pelo menos o primeiro passo foi acertado, agora é tentar limpar o nome e nunca mais entrar em desequilíbrio financeiro.

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Eduardo Mendes

Autor

Eduardo Mendes

Eduardo Mendes é cofundador do Seu Crédito Digital, especialista em SEO, jornalista e bacharel em Administração de Empresas pela UFRGS. Apaixonado por finanças e empreendedorismo, escreve em blogs desde 2014 e atua criando conteúdos, vídeos e análises para ajudar o público a tomar decisões financeiras mais inteligentes.

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