Há oito meses o projeto do Real Digital, chamado oficialmente de Drex, atingiu um marco crucial ao concluir com sucesso o Lift Challenge. Nesse sentido, Rodrigoh Henriques, diretor de Inovação da Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), acredita que o Real Digital será uma espécie de “Pix inteligente”.
Real Digital será o ‘PIX inteligente’? Veja como vai funcionar
Confira os detalhes sobre o breve lançamento do Drex, o Real Digital, incluindo o questionamento sobre ele ser um novo Pix inteligente.
Isso porque a expectativa é que a moeda digital ultrapasse as barreiras do Pix. Assim, na prática, o Drex vai além das capacidades do pagamento instantâneo ao oferecer transações programáveis e vinculação a condições específicas. Saiba mais a seguir.
Importância do Lift Challenge para o Real Digital

O Lift Challenge contou com mais de 200 participantes, incluindo 30 empresas e instituições financeiras. Além disso, o objetivo principal é moldar a futura moeda digital do Banco Central (CBDC) do Brasil. Ademais, sob a coordenação da Fenasbac, o Lift Challenge explorou propostas inovadoras para a CBDC.
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Henriques ressalta a importância dessa fase inicial, iniciada em 2022, afirmando que o Lift Challenge foi fundamental na definição dos casos de uso para o Real Digital. Ainda, as propostas abrangeram a digitalização de operações, transações programadas e interações financeiras ligadas à internet das coisas.
Nesse sentido, o objetivo é proporcionar maior transparência, controle e eficiência. Portanto, Henriques destaca que o Lift Challenge estabeleceu as bases para o design da moeda digital brasileira, considerando-a uma nova infraestrutura financeira com a capacidade de transitar por uma rede blockchain.
Drex será como uma terceira peça na modernização financeira no Brasil
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Em síntese, as novas funções do Drex serão minuciosamente testadas na próxima fase, incluindo o lançamento de um protótipo. Também, sob a perspectiva de Henriques, o Real Digital representa a “terceira peça” na modernização financeira brasileira, sucedendo o Pix nos pagamentos instantâneos e o Open Finance na padronização de dados entre instituições financeiras.
Desse modo, a ênfase agora está na programabilidade, permitindo transações inteligentes que aceitarão condições específicas para execução. Por fim, a distinção crucial entre o Pix, que representa dinheiro eletrônico, e o Real Digital reside na capacidade programável deste último.
Imagem: rafapress/ Shutterstock.com
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