A fintech RecargaPay, conhecida por seus serviços de pagamentos e recargas, anunciou sua entrada no competitivo mercado de investimentos. O destaque é o lançamento de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com rentabilidade de até 120% do CDI, posicionando-se de forma agressiva na chamada “guerra dos CDBs”, que tem movimentado bancos digitais e fintechs em busca de novos investidores.
Investimento com alta rentabilidade: RecargaPay oferece até 120% do CDI
Invista com rentabilidade acima da poupança. Confira como aplicar em CDBs do RecargaPay e aproveite até 120% do CDI.
O movimento ocorre em um momento estratégico, impulsionado pelo patamar elevado da taxa Selic e pelo crescente interesse dos brasileiros em produtos de renda fixa com boa performance e baixo risco.
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O que o RecargaPay está oferecendo?

Rentabilidade escalonada conforme o prazo
O novo produto do RecargaPay apresenta diferentes níveis de rentabilidade, que variam conforme o prazo da aplicação:
- 6 meses: 112% do CDI;
- 12 meses: 115% do CDI;
- 24 meses: 120% do CDI.
Com aportes mínimos a partir de R$ 50, o objetivo da fintech é democratizar o acesso a investimentos mais rentáveis, oferecendo uma alternativa clara à tradicional poupança, que tem perdido atratividade diante das altas taxas de juros.
Investimento direto pelo app
A aplicação nos CDBs da RecargaPay pode ser realizada diretamente pelo aplicativo, sem necessidade de intermediários ou burocracia bancária. O produto já está em fase de testes para um grupo restrito de usuários, mas deve ser liberado para todos os clientes em breve.
Segurança e emissor dos CDBs
Embora o RecargaPay esteja promovendo o investimento, os CDBs não são emitidos diretamente pela fintech, já que ela é uma instituição de pagamento. Os títulos são emitidos pela RP Financeira, que faz parte do mesmo grupo econômico da empresa.
A segurança do investimento é garantida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira. Isso torna o CDB oferecido pelo RecargaPay uma opção de baixo risco, ideal para investidores conservadores ou iniciantes.
Contexto: a guerra dos CDBs e caixinhas
A entrada do RecargaPay no mercado de investimentos acontece em meio à intensificação da chamada “guerra dos CDBs”, que tem movimentado players como Banco Inter, Neon, Mercado Pago e Nubank.
Apostas recentes de outras fintechs:
- Banco Inter: lançou o “Meu Porquinho por Objetivos”, com metas personalizadas e aplicação automática em CDB com liquidez diária.
- Neon: passou a ofertar CDBs promocionais com rentabilidade de até 150% do CDI.
- Mercado Pago: atualizou seus “cofrinhos” para permitir ganhos de até 120% do CDI.
- Nubank: reforçou a “Caixinha Turbo”, também com rendimento potencial de até 120% do CDI.
A disputa entre as plataformas tem como objetivo atrair investidores que buscam mais do que a segurança da poupança, oferecendo rendimentos maiores com risco controlado.
O que são CDBs e como funcionam?
Definição de CDB
O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras. Na prática, ao aplicar em um CDB, o investidor está emprestando dinheiro ao banco, que usará esse capital em suas operações de crédito.
Como o investidor é remunerado?
O retorno ocorre de acordo com o tipo de indexador do título, que pode ser:
- Pós-fixado (atrelado ao CDI, como no caso do RecargaPay);
- Prefixado (com taxa definida no momento da aplicação);
- Atrelado à inflação (como IPCA + taxa fixa).
O rendimento pode ser recebido no vencimento do título ou de forma periódica, dependendo das condições do produto.
Cobertura do FGC
Uma das grandes vantagens do CDB é a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos, que protege aplicações de até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira. Isso dá maior confiança ao investidor, especialmente em tempos de incerteza econômica.
Vantagens do CDB RecargaPay
Alta rentabilidade com baixo risco
Com retorno de até 120% do CDI, o CDB do RecargaPay supera não só a poupança, mas também muitos outros produtos conservadores. A segurança é garantida pelo FGC e o investimento é emitido por uma financeira do mesmo grupo da fintech.
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Acessibilidade
Com aporte mínimo de R$ 50, o investimento está acessível até para quem está começando no mundo financeiro.
Facilidade de aplicação
O processo 100% digital via aplicativo torna o investimento rápido, simples e sem burocracia, algo valorizado pelos usuários acostumados ao universo das fintechs.
Comparativo: CDB RecargaPay vs. Poupança
| Critério | CDB RecargaPay (24 meses) | Poupança (2025) |
|---|---|---|
| Rentabilidade | Até 120% do CDI | ~70% da Selic |
| Risco | Baixo (cobertura FGC) | Baixo (FGC) |
| Aplicação mínima | R$ 50 | Sem mínimo |
| Liquidez | No vencimento | Imediata |
| Facilidade de aplicação | Via app RecargaPay | Via qualquer banco |
Como começar a investir pelo RecargaPay

- Baixe ou atualize o aplicativo RecargaPay;
- Acesse a aba de investimentos;
- Escolha o CDB com prazo desejado (6, 12 ou 24 meses);
- Informe o valor a ser aplicado;
- Confirme a transação e acompanhe pelo app.
Atualmente, o recurso está disponível para usuários selecionados, mas será liberado em breve para todos os clientes da plataforma.
Oportunidade para o investidor pessoa física
A entrada de mais fintechs na oferta de CDBs com rentabilidade atrativa representa um momento promissor para quem busca diversificar a carteira de investimentos com segurança.
O CDB do RecargaPay é uma alternativa competitiva, segura e de fácil acesso, sobretudo para pequenos investidores que desejam rentabilidade superior à poupança, sem abrir mão da proteção oferecida pelo FGC.
Conclusão
A estratégia do RecargaPay mostra que o mercado de investimentos está se tornando cada vez mais acessível e democrático. Ao oferecer um produto seguro, com rentabilidade agressiva e aporte mínimo baixo, a fintech amplia suas fronteiras e oferece aos usuários uma alternativa sólida para fazer o dinheiro render.
A “guerra dos CDBs” beneficia diretamente o investidor, que agora tem mais opções para aplicar com segurança e obter retornos atrativos. Ficar de fora pode significar perder oportunidades importantes em um cenário de juros ainda elevados.
Imagem: imagesnframes – freepik / Edição: Seu Crédito Digital
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