RecargaPay se prepara para aderir ao Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos

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Uma das grandes novidades de 2020 na área de finanças sem dúvida será o lançamento do Pix no Brasil. Com o Pix, vai ser possível fazer pagamentos e transferências em até 10 segundos e em qualquer dia e horário. É isso mesmo: a transferência ocorre na hora e pode ser feita até mesmo em finais de semana e feriados. Muitos bancos e fintechs já estão aderindo ao Pix e certamente a RecargaPay também não iria ficar de fora. Confira nesse texto tudo o que você precisa saber sobre a adesão da RecargaPay ao Pix.

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RecargaPay no Pix

A RecargaPay se adiantou e vai participar já nessa primeira onda de adesões ao Pix. Sendo assim, a fintech já está com uma equipe dedicada somente a faz a integração com o novo meio de pagamento. Por ainda estar em fase final do processo de oficialização como instituição de pagamento, a RecargaPay optou por entrar como participante indireto do Pix. De acordo com Gustavo Victorica, co-fundador e COO da RecargaPay, o Banco Central está sendo um grande parceiro nesse processo de adesão.

Para os clientes da RecargaPay, já está disponível a opção de pré-cadastro no Pix. No entanto, mesmo com esse pré-cadastro, assim que houver a liberação oficial das chaves (a partir de 5 de outubro), o cliente deve concluir o cadastro na plataforma para poder fazer uso do método de pagamento.

Os registros das chaves serão feitos de acordo com o fluxo sugerido nos manuais disponibilizados pelo BACEN. Para que o usuário solicite o seu cadastro na RecargaPay, é preciso CPF, telefone celular e e-mail, que serão usados como chave para facilitar os pagamentos e recebimentos via Pix.

Pix deve ser uma solução fácil de usar

Como forma de apoiar seus clientes, a RecargaPay criou uma página no nosso site com informações sobre a adoção da nova tecnologia. Você pode conferir maiores detalhes sobre a adesão da RecargaPay ao Pix neste link. Por ser um método novo, a fintech quer disseminar conteúdos sobre o tema, de modo que todos entendam melhor como o Pix funciona e que estejam cientes de todos os benefícios que a tecnologia oferece.

Para Gustavo Victorica, o Pix é uma solução fácil e intuitiva, portanto, os usuários não deverão ter dificuldades em lidar com este novo método de pagamento. Na RecargaPay, o processo de pagamento via Pix deve ocorrer de forma similar às outras instituições financeiras: na hora de fazer o pagamento ou transferência, o cliente terá que escolher o método que deseja e, entre as opções, encontrará o Pix. Para usar o Pix, o cliente pode utilizar sua chave cadastrada na plataforma, optar pelo QR Code ou inserir de forma manual os dados da conta de destino.

Pix vai trazer impacto positivo para clientes e para o mercado

Conforme Victorica, o Pix trará um impacto muito positivo para o mercado e para os consumidores. Além de ser uma solução que leva rapidez as transações, permitirá a inclusão de muitas pessoas em um sistema de pagamentos mais moderno. Para a RecargaPay, além das questões já mencionadas, outro grande impacto é proveniente da interoperabilidade da solução que vai permitir a união do mundo de pagamentos físico com os aplicativos de pagamento por meio da padronização do QR Code – uma solução que a fintech já oferece, mas que, com o Pix, deve ganhar muita força.

Sobre RecargaPay

RecargaPay é a fintech de pagamentos por celular líder no Brasil que alcançou mais de 3,5 milhões de usuários ativos por mês, anualizado. A empresa oferece diversos serviços pelo celular de forma totalmente gratuita, como, por exemplo, pagamento de contas e boletos em geral, recargas de celular para todas as operadoras, recargas de cartão de transporte em diversas cidades, vales-presentes para lojas online, compra de vale-gás, entre outros. Tudo isso com exclusiva estratégia de oferecer cashback e não cobrar taxas extras, além de não exigir conta bancária.

Para aproveitar todos os serviços, o usuário pode escolher a forma de pagamento (cartão de crédito, cartão de débito, transferência bancária, boleto ou depósito). Isso sem dúvida permite que tanto os bancarizados como os desbancarizados possam usufruir dos benefícios dos pagamentos móveis.

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Imagem: divulgação.

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