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Reformulação do Desenrola Brasil vai ampliar renegociação de dívidas

Alterações nas regras iniciais do Desenrola Brasil têm como objetivo atender um número maior de brasileiros. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Imagem do logotipo do programa Desenrola Brasil. Ao fundo, aparece uma imagem aérea embaçada de uma rua com várias pessoas caminhando sobre uma faixa de pedestres

O Desenrola Brasil, iniciativa governamental voltada para a renegociação de dívidas da população brasileira, passará por importantes alterações em sua estrutura operacional. O intuito é aumentar a adesão por parte do público-alvo. 

Nesse sentido, entre as mudanças, estará a possibilidade de parcelamento das dívidas, recurso até então indisponível, e a integração dos sites dos birôs de crédito à plataforma do programa.

A primeira faixa do programa, que possui o respaldo do Fundo Garantidor de Operações (FGO), oferece descontos médios de 83% em dívidas bancárias e não bancárias. O parcelamento dessas dívidas seria uma novidade, uma vez que, até agora, é possível apenas a quitação à vista.

Reformulação no Desenrola Brasil

Marcos Pinto, secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, aponta que a efetivação da proposta de parcelamento ainda necessita da implementação de medidas de segurança por parte dos bancos, o que deve ocorrer até o final de janeiro.

Outro ajuste significativo é a integração dos sites dos birôs de crédito à plataforma do Desenrola Brasil, programada para fevereiro. Além disso, a possibilidade de os clientes realizarem a renegociação diretamente nas plataformas dos bancos com os quais já possuem relacionamento também é uma estratégia em análise.

Imagem do logotipo do programa Desenrola Brasil. Ao fundo, aparece uma imagem aérea embaçada de uma rua com várias pessoas caminhando sobre uma faixa de pedestres
Imagem: Varavin88 / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Expectativas para o programa de renegociação de dívidas

Apesar da renegociação de aproximadamente R$ 33 bilhões em débitos, beneficiando cerca de 11 milhões de pessoas, o programa não atingiu as expectativas iniciais.

Um dos principais desafios da iniciativa é aumentar a conscientização do público-alvo sobre as possibilidades de negociação de dívidas. A falta de informação sobre como acessar o programa, principalmente após as alterações, é um dos grandes obstáculos para a adesão. 

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Sendo assim, espera-se que a flexibilização no parcelamento de dívidas possa ampliar o alcance do programa, beneficiando mais brasileiros endividados.

Imagem: Varavin88 / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Rafaela Medolago

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Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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