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Como funcionam os investimentos em renda fixa?

Como funcionam os investimentos em renda fixa? Confira mais sobre esse tipo de investimento e todas as possibilidades que vêm com ele!

Bruna ValtrickPor Bruna Valtrick3 min de leitura
fundos internacionais

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

Para quem tem algum dinheiro guardado e deseja fazê-lo render, uma boa opção são os investimentos de renda fixa. Isso porque, diferente das ações, que não oferecem um bom grau de segurança, esse tipo de investimento é bem mais seguro, na maioria das vezes com chances mínimas de perder dinheiro.

E o melhor é que existem hoje diferentes tipos de produtos de renda fixa para colocar sua reserva. Então, para saber como isso funciona, confira a seguir!

Fundos de renda fixa: saiba como eles funcionam

Primeiramente, vale dizer que os fundos de renda fixa são uma modalidade de investimento perfeita para quem deseja mais segurança. Basicamente, esses fundos investem seu dinheiro em títulos de emissão pública, como no caso do Tesouro Direto, ou então de emissão privada, emitidos por empresas ou outras instituições. Em geral, quem cuida desses títulos é um gestor profissional, que deve decidir quais as melhores formas de alocar esses recursos.

E, justamente por prezarem pela segurança e pela menor volatilidade, fundos de renda fixa não podem estar relacionados a investimentos em ações, moedas estrangeiras ou qualquer forma de renda variável. A ideia é que se planeje melhor a questão dos resultados advindos do investimento. Portanto, o investidor não terá tantas “surpresas”.

Vale dizer também que os fundos de renda fixa cobram uma “taxa de administração”, além de, em alguns casos, também cobrarem a chamada taxa de performance. Essa taxa de performance é, basicamente, um bônus pago ao gestor quando o fundo supera a rentabilidade esperada.

Quais são os principais tipos de fundos de renda fixa?

Por fim, existem hoje diversos tipos de fundos de renda fixa. Porém, os mais conhecidos são os fundos referenciados e os não referenciados. No primeiro caso, eles acompanham de perto o desempenho de um indicador determinado, como o DI, que procura seguir o mais próximo possível a taxa CDI. Quase sempre, apresentam uma alta liquidez. Já os fundos não referenciados dão maior liberdade ao gestor, e sua carteira pode ou não acompanhar um índice de referência.

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Outro fundo famoso é o de crédito privado. Isso porque o regulamento permite que se invista mais de 50% do patrimônio em créditos privados. Ou seja: o fundo investe, principalmente, em títulos não emitidos pelo governo, o que gera um pouco mais de risco.

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Imagem: Who is Danny/Shutterstock.com

Bruna Valtrick

Autor

Bruna Valtrick

Graduada em Jornalismo, apaixonada por escrita, linguagem e comunicação. Experiência em marketing digital e em redação publicitária.

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