Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Especialista faz importante revelação sobre reposição hormonal; confira

Descubra alternativas à reposição hormonal no tratamento da baixa libido durante a menopausa. O que pode afetar o desejo sexual e como tratar.

Juliana PeixotoPor Juliana Peixoto3 min de leitura
Especialista faz importante revelação sobre reposição hormonal; confira

Durante a menopausa, muitas mulheres enfrentam sintomas que afetam sua qualidade de vida, entre eles a diminuição da libido. A reposição hormonal tem se mostrado eficaz para algumas mulheres, mas será que é a única solução?

Com o auxílio de especialistas, é possível entender melhor o que influencia a libido e explorar alternativas para o tratamento desse problema.

Leia Mais:

Saiba como autônomos podem comprovar renda

Fatores que influenciam a libido feminina

Imagem: Freepik

A libido é um aspecto complexo e multifacetado da vida sexual de uma mulher. Embora as alterações hormonais relacionadas à menopausa possam, de fato, ter um impacto significativo, há outros fatores que também podem contribuir para a diminuição do desejo sexual.

Doenças crônicas e impacto na libido

De acordo com o endocrinologista Rander Alves, da Clínica Les Peaux, doenças crônicas podem afetar diretamente a libido feminina. Condições como diabetes, hipertensão e obesidade têm um impacto no equilíbrio hormonal e podem interferir no desejo sexual.

A avaliação clínica completa é essencial para identificar essas condições subjacentes, que devem ser tratadas adequadamente para melhorar a qualidade de vida sexual, seja com reposição hormonal ou outra alternativa.

Aspectos emocionais e psicológicos

O desejo sexual feminino é profundamente influenciado por fatores emocionais e psicológicos. Ansiedade, depressão e baixa autoestima são frequentemente associados à diminuição do desejo sexual.

“Se a mulher não estiver bem emocionalmente, a reposição hormonal pode não ser suficiente para restaurar a libido”, explica Alves.

A interação entre o bem-estar emocional e a função sexual é fundamental, e muitas vezes é necessário buscar terapia para lidar com esses aspectos.

O efeito dos antidepressivos na libido

Um fator importante a ser considerado, especialmente em mulheres na menopausa, é o uso de antidepressivos, particularmente os inibidores da recaptação de serotonina. Esses medicamentos, embora eficazes para tratar a depressão, têm o efeito colateral de diminuir o desejo sexual.

“Em casos como esse, o ajuste da medicação ou a troca por outra classe de fármacos pode ser uma solução”, orienta o endocrinologista. A consulta com o médico é fundamental para encontrar a melhor abordagem para cada caso.

Alternativas para melhorar a libido sem reposição hormonal

Mulher sentada no chão recebe ajuda
Imagem: Africa Studio/ Shutterstock.com

A reposição hormonal, como a testosterona, pode ser eficaz para algumas mulheres, mas não é a única opção disponível. Após uma avaliação médica detalhada, o tratamento pode envolver uma combinação de terapias e mudanças no estilo de vida.

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Terapia sexual e psicológica

A terapia sexual e a psicoterapia são importantes abordagens para lidar com a baixa libido. A terapia sexual ajuda a mulher a compreender e superar questões relacionadas à sua sexualidade e a melhorar a comunicação com o parceiro. Já a psicoterapia pode ajudar a tratar questões emocionais, como a ansiedade e a depressão, que afetam a libido.

Mudanças no estilo de vida e exercícios físicos

Exercícios físicos regulares também desempenham um papel importante na melhora da libido. O aumento da circulação sanguínea, a redução do estresse e a melhora do bem-estar geral são alguns dos benefícios que os exercícios proporcionam.

Além disso, uma dieta equilibrada e a manutenção de um peso saudável também são essenciais para o equilíbrio hormonal.

Avaliação médica abrangente

Antes de iniciar qualquer tratamento, é essencial fazer uma avaliação médica completa para identificar as causas da baixa libido. O especialista pode recomendar uma abordagem multifacetada, que leve em consideração tanto os aspectos físicos quanto emocionais.

Com informações de: Metrópole

Imagem: pikisuperstar/Freepik

Juliana Peixoto

Autor

Juliana Peixoto

Juliana Peixoto é jornalista cearense, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Apaixonada por informação e escrita, está sempre em busca de novos aprendizados, experiências e vivências que ampliem sua visão de mundo. Atualmente, colabora com o portal Seu Crédito Digital, contribuindo com conteúdo informativo e acessível para os leitores.

Topicos relacionados