O projeto de revisão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) está em processo de votação, buscando proporcionar um aumento significativo para os beneficiários. Contudo, a implementação dessa medida aguarda a aprovação do Supremo Tribunal Federal (STF) para entrar em vigor.
Revisão do FGTS: aumento significativo está em votação; entenda
Entenda aqui a votação em curso para a revisão do FGTS, que pode determinar um aumento substancial para os trabalhadores!
A medida contempla os trabalhadores brasileiros com carteira assinada, especialmente aqueles que atuaram sob o regime CLT a partir de 1999. O FGTS, um direito dos trabalhadores formais, foi concebido como salvaguarda para aqueles desligados sem justa causa.
Atualmente, o debate gira em torno da necessidade de revisão desse fundo, considerando os depósitos regulares realizados mensalmente pelo empregador na conta vinculada ao funcionário. Entenda mais a seguir acerca dessa revisão do FGTS!
Revisão do FGTS
O acesso ao FGTS se dá geralmente através do saque-rescisão, disponível somente após o término do contrato de trabalho. No entanto, outras modalidades de saque são possíveis, incluindo o saque-aniversário, em que o trabalhador recebe parte do saldo no mês de seu aniversário.

No modelo vigente, a correção do FGTS é de 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), o que resulta em rendimentos praticamente nulos. A discussão central está em substituir a TR pelo índice de inflação, adotando o IPCA-E (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – Especial) ou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
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Votos
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O processo de votação teve início com votos favoráveis, incluindo os posicionamentos do ministro Luís Roberto Barroso, que propôs ao menos a correção pelo rendimento da poupança mais a TR, e do ministro André Mendonça. Contudo, o ministro Zanin requereu mais tempo para análise, resultando na suspensão do julgamento no início de novembro.
Se aprovada, a revisão beneficiará os trabalhadores com saldo em contas do FGTS a partir de 1999, gerando um impacto financeiro estimado em R$ 8,6 bilhões para os cofres federais nos próximos quatro anos. Essa medida busca melhorar significativamente os rendimentos do fundo, beneficiando os trabalhadores formais brasileiros.
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com
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