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Santander cita 3 motivos para não comprar ações da Petrobras agora!

O Santander revelou 3 motivos para não comprar ações da Petrobras neste momento. Saiba mais informações por aqui!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Letreiro com identidade visual do Santander

Recentemente, a Petrobras tem sido objeto de intenso debate entre os investidores, especialmente devido à recente substituição de seu CEO. No entanto, um relatório do Santander aponta que os desafios enfrentados pela empresa vão muito além dessa mudança de liderança.

Dessa forma, saiba mais informações sobre os principais fatores que estão moldando as perspectivas para os papéis da Petrobras no mercado de ações. Continue a leitura para mais detalhes!

Santander destaca os principais desafios para a Petrobras atualmente

Letreiro em verde da Petrobras na fachada da sede da empresa.
Imagem: Donatas Dabravolskas / Shutterstock.com

O Santander optou por uma posição neutra em relação às ações da gigante do petróleo, propondo um novo preço-alvo para fim de 2025, com uma valorização potencial moderada. Isso demonstra uma visão conservadora, destacando tanto as operações sólidas da companhia quanto as incertezas que circundam seu desempenho futuro.

Sendo assim, o banco destacou 3 preocupações principais para os investidores da Petrobras. Primeiro, a empresa está passando pelo período mais complicado de seu plano estratégico 2024-28, especialmente pela intensificação dos seus arrendamentos de FPSOs (plataformas) até o final de 2025.

Segundo, há receios sobre a capacidade de a companhia gerenciar seus passivos sem comprometer a política de dividendos. Por fim, embora a Petrobras mantenha uma posição robusta em termos de operações, o crescimento e o valor das ações estão sendo afetados por vários fatores internos e externos.

Como o plano estratégico influencia as expectativas de crescimento?

De acordo com o Santander, a Petrobras implementa projetos que dependem significativamente de plataformas FPSO arrendadas. Isso implica um grande volume de despesas nos próximos seis trimestres, elevando os custos e potencialmente limitando a capacidade da empresa de manter um fluxo de caixa livre saudável.

Aliás, existem significativos riscos financeiros associados ao alto nível de arrendamentos e à gestão da dívida da Petrobras. O Santander prevê que, no final de 2025, os passivos de arrendamento possam atingir cerca de US$ 41 bilhões, exigindo que a dívida financeira se mantenha abaixo de US$ 24 bilhões.

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Além disso, o aumento do limite de dívida no próximo plano estratégico pode ser necessário para que a Petrobras continue pagando dividendos consideráveis.

Imagem: Manuel Esteban / Shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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