Na última terça-feira (28), os senadores fizeram a primeira reunião após o feriado de carnaval e decidiram que terão semanas reduzidas de trabalho.
Senadores decidem trabalhar menos de 15 dias por mês
Os senadores fizeram a primeira reunião após o feriado de carnaval e decidiram que terão semanas reduzidas de trabalho. Confira!
Assim, a medida contou com a aprovação de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente da Casa, e assim ficou definido que os projetos que chegarem ao plenário só serão votados nas terças, quartas e quintas-feiras.
Portanto, nas segundas e nas sextas, que não terão sessões deliberativas, os parlamentares não precisarão trabalhar, já que não contará como falta a ausência nestes dias.
Mês de três semanas para senadores
Além disso, também foi instituída outra medida em favor dos senadores, trata-se do mês de três semanas. Em que na última semana do mês o trabalho do parlamentar poderá ser feito remotamente e “com pauta mais tranquila”.
Assim, o parlamentar deve trabalhar apenas nove dias no mês, em Brasília. Ademais, foi decidido ainda que o expediente dos senadores às terças e quartas-feiras terá início somente à tarde, a partir das 14h.
No entanto, a votação começará apenas a partir das 16h. Portanto, o desconto no salário do parlamentar só ocorrerá se ele faltar nas votações em plenário, que têm início às 16h.
Menos trabalho, gastos maiores
Atualmente, os senadores recebem um salário de R$ 39.293,00, que passou a valer no dia 1º de janeiro deste ano. No entanto, a partir de abril de 2023, o valor será de R$ 41.650,00.
Já a partir de fevereiro de 2024, o valor passará a ser de R$ 44.008,52, chegando a R$ 46.366,19 a partir de 1º de fevereiro de 2025.
À vista disso, o valor da cota parlamentar repassada aos senadores também tem passado por reajustes que acontecerão da seguinte forma:
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- em 2023 – aumento de 6% nos recursos;
- em 2024 – aumento de 6%;
- em 2025 – aumento de 6,13%.
Assim, essa cota varia, sendo que os representantes do Distrito Federal e Goiás recebem o menor valor (R$ 22.307,91), já os parlamentares do Amazonas recebem o maior valor (R$ 46.933,20). Dessa forma, a quantia é destinada a cobrir despesas dos senadores em atividade, como:
- assinatura de TV a cabo, jornais e revistas;
- aluguel de automóveis;
- fretamento de aeronaves e embarcações;
- locação e manutenção de escritórios;
- passagens aéreas, entre outros.
Além disso, os senadores também tiveram aumento no auxílio-moradia, que passou de R$ 5,5 mil para até R$ 9 mil.
Imagem: gary yim/shutterstock.com
