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Serasa Limpa Nome: confira dicas antes de negociar dívidas vencidas e negativadas

Confira aqui algumas dicas do que você precisa fazer antes de decidir negociar dívidas vencidas e negativadas no Serasa Limpa Nome.

Eduardo MendesPor Eduardo Mendes4 min de leitura
Serasa Limpa Nome: confira dicas antes de negociar dívidas vencidas e negativadas

Está com o nome sujo na praça? Uma excelente oportunidade de resolver este problema e começar 2020 com o pé direito é aproveitar os descontos do Serasa Limpa Nome. A oportunidade é oferecida tanto no site, no aplicativo, quanto presencialmente até o dia 30 de novembro. Aqui neste artigo, confira algumas dicas do que você precisa fazer antes de decidir negociar dívidas vencidas e negativadas e se manter no equilíbrio depois disso.

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Serasa Limpa Nome: confira dicas antes de negociar dívidas vencidas e negativadas

Em um primeiro momento, é importante tentar se organizar financeiramente, definindo o seu perfil de gastos de quais receitas pode contar para equilibrar o seu orçamento. Existem aplicativos como o Guiabolso, que podem ajudar consideravelmente nesta organização.

Confira algumas dicas do que você precisa fazer antes de negociar as suas dívidas

1) Conheça todas as suas dívidas

Primeiramente, é importante que você conheça todas as suas dívidas. Faça uma anotação na ponta do lápis, e confira quais delas são as mais pesadas no que se refere a taxa de juros. Estabeleça um limite que você pode pagar, e que caiba dentro do seu bolso.

Depois de esgotar a sua capacidade de pagamento, pense em fazer um empréstimo com baixa taxa de juros e substitua aquelas dívidas mais pesadas por outra que não vai impactar no seu orçamento. A fintech Bom Pra Crédito é uma excelente opção. Em sua plataforma, é possível comparar todas as propostas entre dezenas de parceiros e escolher aquela que mais se adapta às suas necessidades. Preencha seu cadastro aqui neste link.

2) Prepare uma estratégia de renegociação

Depois que você já conhece as suas dívidas, fica mais fácil pensar antes de tomar alguma atitude. Faça as contas e tenha certeza de quanto você terá à sua disposição mensalmente para possibilitar um parcelamento. Se for possível pagar à vista, escolha aquelas dívidas com a maior taxa de juros, como cheque especial e o famigerado cartão de crédito.

3) Sempre que possível renegocie pessoalmente

Existem várias possibilidades para renegociar as suas dívidas. A BLU365, por exemplo, oferece uma ferramenta de consulta apenas ao digitar o seu CPF. Ao inserir o seu CPF neste site, você vai conseguir ver se possui alguma dívida na plataforma deles, que atualmente conta com a abrangência de aproximadamente 70% do volume de endividados do país, pois eles possuem dezenas de parceiros ativos.

Uma outra possibilidade é verificar o Serasa Limpa Nome, ferramenta da Serasa Consumidor que oferece a possibilidade de renegociar diretamente com os seus credores, sendo possível inclusive dividir as suas dívidas em parcelas mensais. Saiba como usar o serviço aqui neste artigo, que publicamos anteriormente.

Reorganize as suas finanças depois de negociar as dívidas

Não adianta nada quitar as suas dívidas, se você não voltar a retomar o controle das finanças de forma consistente. Portanto, logo a seguir vamos elencar algumas dicas que poderão ser importantes neste processo.

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Evite adquirir novas dívidas

Não faça mais dívidas até que as atuais estejam completamente renegociadas e devidamente pagas em dia. Daqui para frente, planeje sempre as suas compras, peça descontos e sempre prefira pagar à vista do que de maneira parcelada.

Jamais empreste seu nome

Uma das principais razões de tantos milhões de inadimplentes pelo Brasil a fora, é justamente a questão de emprestar o nome para familiares e amigos. Aprenda a dizer não! Se alguém precisar recorrer a você para pedir crédito, é porque o mercado não empresta para essa pessoa, e você não pode assumir esse risco sozinho. Afinal das contas, é o seu nome/CPF que está em jogo.

Crie uma reserva de emergência

Para evitar grandes transtornos com contratempos inesperados, a primeira atitude que você precisa tomar é através da educação financeira, criando uma reserva de emergências. Se você não sabe o que é isso, é para manter o seu padrão de vida por no mínimo seis meses.

Entretanto, o ideal é construir uma reserva de emergência necessária para pagar todas as suas contas por até um ano. Por exemplo, se você possui despesas mensais de R$ 1.000, a sua reserva de emergência deve ser de pelo menos R$ 6 mil a R$ 12 mil.

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Eduardo Mendes

Autor

Eduardo Mendes

Eduardo Mendes é cofundador do Seu Crédito Digital, especialista em SEO, jornalista e bacharel em Administração de Empresas pela UFRGS. Apaixonado por finanças e empreendedorismo, escreve em blogs desde 2014 e atua criando conteúdos, vídeos e análises para ajudar o público a tomar decisões financeiras mais inteligentes.

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