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Servidores não conseguem se aposentar após tempo de trabalho não ser contabilizado

Servidores não conseguem se aposentar após tempo de trabalho não ser contabilizado. Entenda a situação clicando aqui!

Guilherme TabosaPor Guilherme Tabosa2 min de leitura
INSS

Funcionários da Secretaria Estadual de Saúde (SES) foram avisados que o tempo de trabalho não foi contabilizado, não permitindo a aposentadoria. Assim, comunicados pelo Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), que a entrada não seria possível por não atenderem aos requisitos.

Contudo, os servidores realizaram uma movimentação, após o aviso dos Recursos Humanos do órgão, que estariam, sim, aptos a se aposentar. No entanto, o motivo se deve ao fato que três anos de contribuição dos funcionários foram descontados de seus contracheque, mas não enviaram ao INSS. Nesse período, eles estavam em estágio probatório e experimental. Saiba mais a seguir.

Funcionários recorrem à Justiça

O Rioprovidência, responsável pelo repasse correspondente ao período, não justificou a razão do dinheiro não ter sido repassado. Os servidores, então, acionaram a Defensoria Pública para resolver a situação. Entretanto, devido ao cenário econômico do Estado, não deve ser resolvida rapidamente, pois, o Rio de Janeiro está em Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e precisa controlar seus gastos.

Todavia, no meio político, deputados estaduais estão procurando resolver a questão em audiências públicas. Na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), servidores alertam que ao não receberem suas aposentadorias, há uma confiscação do tempo de contribuição dos funcionários.

Situação ainda não tem previsão de resolução

Ainda, um ofício foi encaminhado à secretaria, dando um prazo até 13 de junho para apresentar propostas a fim de resolver o impasse, mas ela não foi atendida. A psicóloga da rede estadual de Saúde, Adriana Shad, foi uma das prejudicadas na situação. Ela estaria apta a se aposentar desde 2021, dando entrada em junho de 2022, mas foi negada.

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“Eu me sinto desrespeitada. Não podem mudar a regra do nada. Atrapalhou minha vida pessoal e profissional de uma forma inexplicável”, afirmou a servidora.

Além disso, Shad também relatou que abriu um processo junto à Secretaria estadual de Saúde, mas foi informada que ele ficaria sobrestado até segunda ordem. Ou seja, o juiz determinou a suspensão da reclamação, sem previsão de liberação.

Imagem: fizkes / Shutterstock.com

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Guilherme Tabosa

Autor

Guilherme Tabosa

Cursando o 6º semestre de Jornalismo na UNI7. Apaixonado por escrever, esporte e surfe.

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