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Seu Pix pode ser taxado nestas situações; confira

Saiba mais sobre as regras do Pix taxado, quem paga taxas e como funciona o sistema de pagamentos instantâneos!

Com a inovação dos métodos de pagamento, o Pix tem se destacado por sua rapidez e praticidade. Desde seu lançamento pelo Banco Central em 2020, muitos usuários têm aproveitado suas facilidades. No entanto, existem situações específicas em que pode haver a cobrança de taxas no momento da transferência, levantando dúvidas entre os consumidores.

Dessa forma, saiba mais informações sobre quem é afetado pelas taxas e o que é preciso saber para utilizar o sistema de forma eficiente. Continue a leitura para mais detalhes!

Quais são as principais regras de taxação do Pix?

Logo do PIX em destaque, ao fundo mulher preocupada olhando para o celular.
Imagem: Antonio Guillem / shutterstock.com- Edição: Seu Crédito Digital

O objetivo do Pix é ser uma ferramenta gratuita para transações instantâneas. Para pessoas físicas, empresários individuais e microempreendedores individuais (MEIs), na maioria dos casos, não há custos envolvidos. Contudo, existem exceções importantes que necessitam atenção:

  • Uso de canais de atendimento presencial ou por telefone para realizar transações, quando há alternativas eletrônicas disponíveis;
  • Recebimento de mais de 30 Pix por mês para fins comerciais;
  • Recebimento de valores através de QR Code dinâmico para usuários pessoas jurídicas.

Como verificar se o banco cobra pelo Pix?

Se o usuário deseja saber se existe alguma taxa aplicada às suas transações, a recomendação é consultar diretamente os canais oficiais de comunicação do seu banco. Visitando o site ou aplicativo da instituição, pode-se encontrar informações detalhadas sobre tarifas, taxas ou dados específicos do Pix. Além disso, deve-se analisar o extrato mensal para quaisquer cobranças associadas.

Em 2023, houve o anúncio de algumas mudanças por grandes bancos sobre a cobrança no uso do Pix por pessoas jurídicas. Após um breve debate público, a Caixa Econômica Federal decidiu não implementar taxas para esse serviço. Porém, outros bancos têm regras claras sobre isso:

Banco do Brasil

Contas PJ têm um limite mensal de Pix gratuitos. Sendo assim, após exceder o limite, a taxa é de 0,99% do valor transferido para recebimento e envio, com mínimo de R$1 e máximos de R$10 (envio) e R$140 (recebimento).

Bradesco

Para Pix Saque e Troco, a taxa é de R$2,50 por operação. Receber via QR Code tem uma taxa de 1,40% do valor, com mínimo de R$0,90 e máximo de R$145. O pagamento via esse tipo de transferência também tem uma taxa de 1,40% do valor, com mínimo de R$1,65 e máximo de R$9 em contas PJ.

Itaú

A transferência via Pix é taxada em 1,45% do valor, com mínimo de R$1,75 e máximo de R$9,60. Para transações realizados via maquininhas ou QR Code estático, a taxa é de 1,3% do valor, com limite máximo de R$150. No caso do Pix via QR Code dinâmico, a taxa é de 1,3% do valor, com mínimo de R$1 e máximo de R$150. Além disso, há uma tarifa de até R$5,50 para Pix via boleto.

Mercado Pago

Por sua vez, a instituição financeira cobra taxa de 0,49% a 0,99% sobre Pix via QR Code, maquininha, e-commerce checkout, e link de pagamento.

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Santander

Para o envio de Pix, a taxa é de 1,4% do valor, com mínimo de R$1,75 e máximo de R$9,60. Para receber Pix por QR Code estático ou dinâmico, a taxa é de R$6,54 fixos. Por fim, para receber Pix por checkout ou máquina GetNet, a taxa é de 1,4% do valor, com mínimo de R$0,95.

Imagem: Antonio Guillem / shutterstock.com- Edição: Seu Crédito Digital