Lidar com as contas do mês pode ser uma tarefa bastante difícil, que depende da organização das famílias, mas principalmente da renda. Sob esta perspectiva, nem sempre é possível guardar determinada quantia de dinheiro no final do mês para criar uma reserva de emergência ou investir em alguma modalidade.
Ainda, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Central e pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), ter um dinheiro sobrando no fim do mês é uma realidade comum apenas para 15,3% dos brasileiros.
Assim, neste cenário, os homens mais jovens são o maior percentual entre o grupo que diz que sempre sobra algum valor com o encerramento do mês. Em contrapartida, as famílias com renda de até dois salários mínimos formam a menor parcela nesse sentido.
Sobra dinheiro no final do mês
Com base nas informações do estudo, 30,4% dos entrevistados disseram que às vezes sobra dinheiro no final do mês, enquanto cerca de 30% afirmaram que isso nunca acontece. Ademais, para tratar sobre o tema de forma mais detalhada, a pesquisa mostra essa realidade entre os grupos sociodemográficos. Confira os destaques entre aqueles que dizem que sempre sobra:
- 19% são do sexo masculino;
- 21% recebem acima de cinco salários mínimos;
- 18,2% têm idade entre 16 e 24 anos;
- 16,1% são residentes da região Norte.
Diante dessa realidade, 34,4% alegaram que a vida é controlada pelas finanças e 21,9% disseram que nunca é.
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Volume de dívidas
Por fim, vale destacar os dados que apontam para a situação das dívidas entre os brasileiros. Sob este aspecto, os grupos de pessoas com muitas contas a pagar são:
- 24,1% são do sexo feminino;
- 26,3% recebem até dois salários mínimos;
- 24,7% têm entre 35 e 44 anos;
- 25,5% são residentes da região Norte.
Além disso, é importante dizer que mais da metade dos respondentes afirmaram que, mesmo com dinheiro contado, realizam o pagamento de suas contas em dia. Isso ocorre em todos os grupos sociodemográficos analisados, com destaque para os brasileiros com 60 anos ou mais.
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