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Stablecoins e criptos estão em queda? Entenda o porquê!
As recentes movimentações no mercado de criptomoedas pode ser explicada por fatores internos e externos; entenda.
O universo dos ativos digitais tem enfrentado algumas dificuldades neste ano e isso se deve a fatores internos e externos. Algumas movimentações no mercado interno fizeram com que as moedas apresentassem oscilações significativas, acima do esperado. Com a economia global em um momento delicado, as criptomoedas também foram impactadas.
Os investidores, em momentos de incerteza, tendem a procurar formas mais seguras para investir. Como se sabe, os ativos digitais são considerados de alto risco justamente por sua volatilidade, o que não é considerada uma boa opção para o momento atual.
Este ano, o universo de criptos e stablecoins passou por alguns incidentes que contribuíram ainda mais para complicar a situação. O Bitcoin, a criptomoeda mais popular do mundo, perdeu metade do seu valor de mercado, por exemplo. Além disso, uma stablecoin teve seu valor evaporado.
Mas, primeiramente, o que é uma stablecoin?
O que é uma stablecoin?
Stablecoins são um tipo de moeda digital com menor volatilidade, ou seja, mais estáveis. Elas estabelecem uma ligação entre o mercado cripto e o mercado tradicional por serem vinculadas a ativos como o ouro e o dólar.
Por exemplo, o Tether, maior stablecoin do mercado, está ligado a uma unidade de dólar como garantia.
Terra em crise
A Terra (UST) não tem reserva de moeda. Dessa forma, sua estabilidade é assegurada por meio de um algoritmo que aumenta ou diminui o número de criptoativos a fim de promover a estabilização, segundo as demandas do mercado.
Nesse sentido, quando aumenta a demanda da Terra, um token Luna é eliminado para garantir a estabilidade de cotação.
Neste ano, houve uma expressiva venda de Terra, o que fez com que a Luna vendesse suas reservas em Bitcoin para tentar recuperar a paridade com o dólar. Tal mecanismo não funcionou como o esperado, o que levou a pulverização da UST e Luna.
Essa movimentação chamou atenção para a vulnerabilidade do mercado dos criptoativos, o que impactou diretamente o Bitcoin.
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Desvalorização do Bitcoin
Em junho deste ano, o Bitcoin teve sua perda recorde de toda a história. A criptomoeda chegou a registrar menos de US$ 20 mil como valor de mercado. Em sua máxima histórica, o BTC chegou a valer US$ 69 mil. O que corresponde a uma desvalorização de mais de 70%.
Atualmente, o ativo ainda opera em baixa. Para uma valorização mais significativa, os economistas afirmam que é necessário que os fatores macroeconômicos comecem a apresentar alguma melhora.
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Imagem: Chinnapong / shutterstock.om
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