Após 20 anos presa no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, por ter matado os pais, no dia 11 de janeiro deste ano Suzane von Richthofen teve a progressão ao regime aberto concedida pela Justiça.
Suzane von Richthofen ganhará muito dinheiro com novo documentário
Suzane von Richthofen ganhará uma verdadeira fortuna após fechar contrato com a produtora inglesa para atuar em um documentário. Confira.
Assim, no começo do mês, foi noticiado que a ex-detenta abriu seu próprio negócio na internet, o ateliê “Sú Entre Linhas”, onde vende produtos como chinelos decorados.
No entanto, seu negócio pode não durar muito tempo, já que Suzane ganhará uma verdadeira fortuna após fechar contrato com a produtora inglesa Pulse Films para atuar em um documentário.
Além disso, em 2024, será lançada uma série na Amazon que retrata a vida de Suzane na penitenciária de Tremembé, baseada no livro Assassina e Manipuladora (Matrix Editora).
Herança
O patrimônio dos pais de Suzane, o casal Manfred e Marísia von Richthofen, somava cerca de R$ 11 milhões. Entre os bens estavam a casa de alto padrão,no bairro Campo Belo, zona sul da capital paulista, e uma chácara em São Roque, no interior, além de dois carros e diversas contas bancárias.
No entanto, após ser julgada, a Justiça determinou “a exclusão, por indignidade, da herdeira Suzane Louise von Richthofen, relativamente aos bens deixados por seus pais, ora inventariados. Defiro o pedido de adjudicação formulado pelo único herdeiro remanescente, Andreas Albert von Richthofen”.
Contudo, embora Suzane tenha ficado de fora da partilha da herança de seus pais, sua avó paterna, antes de morrer, deixou um testamento com um patrimônio avaliado em R$ 1 milhão para Suzane poder recomeçar sua vida.
O crime
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Em 31 de outubro de 2002, Suzane juntamente com seu namorado Daniel Cravinhos e o irmão dele, Cristian, mataram os pais da jovem com marretadas na cabeça.
Dessa forma, Suzane e Daniel foram condenados a 39 anos e 6 meses de detenção. Cristian recebeu uma pena de 38 anos e 6 meses de prisão. Contudo, todos estão em liberdade.
Imagem: Marcelo Gonçalves / Sigmapress / Estadão
