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Trump abraça Lula na ONU, diz que gostou dele e confirma reunião para a próxima semana

Na ONU, Trump surpreende: abraça Lula, diz que gostou dele e anuncia reunião oficial entre Brasil e EUA para a próxima semana.

Eduardo MendesPor Eduardo Mendes2 min de leitura
Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu nesta terça-feira (23) ao falar sobre um encontro rápido com Luiz Inácio Lula da Silva nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

Trump contou que a conversa durou apenas 39 segundos, mas garantiu que foi o suficiente para trocar algumas palavras, dar um abraço e decidir marcar uma reunião oficial.

“Eu gostei dele. Costumo fazer negócios só com quem eu gosto. E gostei do Lula”, afirmou o presidente norte-americano.

Reunião na agenda

Segundo Trump, o encontro formal está marcado para a próxima semana.

Repercussão imediata

A fala do presidente americano ganhou espaço instantâneo nos corredores diplomáticos. Analistas interpretam o gesto como um movimento de aproximação entre Brasil e Estados Unidos.

A frase de Trump sobre “só fazer negócios com quem gosta” foi lida como um recado político direto, ao mesmo tempo em que reforça o estilo pragmático do republicano.

O pano de fundo

Lula fala na ONU e acusa: soberania dos países está sob ataque crescente
Imagem: Ricardo Stuckert/PR

Mais cedo, Lula discursou na ONU e criticou sanções, intervenções unilaterais e atentados à soberania. O clima já era de tensão internacional quando o encontro relâmpago aconteceu.

O que pode vir pela frente

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A reunião entre Trump e Lula não deve ficar só em economia e energia. Nos bastidores, diplomatas já falam em uma pauta carregada de temas delicados:

  • Soberania: como cada país enxerga as regras do jogo internacional e os limites de sanções e intervenções.
  • Bolsonaro: julgamento e eventual prisão do ex-presidente brasileiro podem entrar na mesa como ponto de atrito político.
  • Big Techs: pressão do governo brasileiro sobre as plataformas digitais e o impacto disso para as empresas americanas.
  • Liberdade de expressão: críticas de Washington às decisões do ministro Alexandre de Moraes, vistas como ataques diretos a cidadãos americanos e à atuação de empresas de tecnologia.

Se esses pontos avançarem, a conversa entre os dois presidentes pode se transformar em um dos encontros mais tensos e decisivos da diplomacia Brasil–EUA nos últimos anos.

Eduardo Mendes

Autor

Eduardo Mendes

Eduardo Mendes é cofundador do Seu Crédito Digital, especialista em SEO, jornalista e bacharel em Administração de Empresas pela UFRGS. Apaixonado por finanças e empreendedorismo, escreve em blogs desde 2014 e atua criando conteúdos, vídeos e análises para ajudar o público a tomar decisões financeiras mais inteligentes.

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