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Vazamento de dados do Ministério da Saúde expõe 200 milhões de brasileiros

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Após o vazamento que expôs os dados de mais de 16 milhões de brasileiros infectados pela COVID-19, uma nova falha no sistema foi descoberta. Ao todo, mais de 200 milhões de pessoas tiveram seu CPF, nome completo, endereço e telefone expostos. O pior é que isso aconteceu durante 6 meses, expondo inclusive pessoas já falecidas.

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O problema se deu devido a uma falha no site do Ministério da Saúde. Foram expostas informações tanto de beneficiários do Sistema Único de Saúde (SUS), quanto de usuários de planos de saúde.

Dentre as vítimas da exposição de dados do Ministério da Saúde, estão até mesmo o presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.

Vazamento de dados do Ministério da Saúde foi devido a falha simples

E o pior de tudo é que não era difícil acessar os dados dos brasileiros. Isso porque a falha no código do banco de dados do Ministério da Saúde permitia que qualquer pessoa que saiba usar o recurso “Inspecionar Elemento” no navegador de internet, acessasse os dados.

E isso ocorreu porque o banco de dados foi codificado por uma técnica chamada Base 64.

Ministério da Saúde se defende, mas poderia ter que indenizar cidadãos

O Ministério da Saúde, ao ser questionado sobre este gigantesco vazamento de dados, alegou que “os incidentes reportados estão sendo investigados para apurar a responsabilidade da exposição de base cadastral do Ministério”.

O Ministério da Saúde ainda disse que “possui protocolos de segurança e proteção de dados, que são constantemente avaliados e aprimorados a fim de mitigar exposições” e acrescentou que “ações de segurança estão sendo tomadas para impedir novos incidentes, assim como ações administrativas para apurar o ocorrido”.

De acordo com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), os responsáveis podem ser responsabilizados por dano individual ou coletivo. Inclusive sendo passível de indenizações.

A falha no código do banco de dados foi corrigida logo após a reportagem ser publicada no jornal Estadão.

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Imagem: Kamil Urban/shutterstock.com

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