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Veja quais são os pontos positivos e negativos do arcabouço fiscal, de acordo com especialistas

Novo arcabouço fiscal deve substituir o atual teto de gastos e uma das principais ações econômicas do governo nesse momento. Confira!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Imagem de cédulas de dinheiro de diversos valores e espalhadas. No centro está escrito: Arcabouço Fiscal

O novo arcabouço fiscal foi finalmente apresentado pelo Governo Federal. A proposta deve substituir o atual teto de gastos e tem sido o centro das discussões econômicas mais recentes. Com a medida, a gestão tem uma série de objetivos e metas a serem cumpridas. 

Hoje, o teto de gastos, implementado em 2017, limita as despesas públicas à inflação do ano anterior. É uma forma de controlar os gastos públicos, mas vista como um meio que impede investimentos em áreas essenciais. 

Com a possível nova regra fiscal apresentada, o g1 ouviu economistas que apontaram quais são os destaques positivos e quais são os negativos do novo arcabouço fiscal. Confira abaixo. 

Pontos positivos do novo arcabouço fiscal 

Os principais pontos positivos abordados pelos analistas são:

  • Criação de intervalo para as metas de resultado primário;
  • Flexibilidade na nova regra fiscal independente se o governo for de direita ou esquerda;
  • Possibilidade de encontrar novas formas para ampliar a arrecadação;
  • Teto máximo e mínimo para o crescimento das despesas;
  • Possibilidade de minimizar as preocupações com o cenário econômico do país. 

Pontos negativos do arcabouço fiscal do governo Lula 

De acordo com os economistas, a proposta apresentada parece ser um arcabouço fiscal como algo factível, ou seja, que pode ser aplicado. Contudo, uma das preocupações levantadas está relacionada com o crescimento da despesa a partir da receita do ano anterior.

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Isso porque, segundo analistas, esse fator pode estimular o governo a buscar maneiras de aumentar a arrecadação para que seja possível gastar mais. 

Além disso, sobre a possibilidade de impacto na taxa de juros, para que a alíquota seja reduzida, não deve acontecer a curto prazo, como falaram alguns membros do governo. Economistas acreditam que o efeito nos juros deve ser visto a longo prazo, uma vez que seria preciso analisar os resultados práticos da regra fiscal. 

Imagem: Fred Cardoso / Shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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