Contenção de riscos? A Via Varejo pretende expandir suas operações com cautela neste ano de 2023 em decorrência do cenário macroeconômico. A varejista avalia abrir 10 lojas até dezembro.
Via Varejo pretende abrir 10 lojas ainda este ano
O grupo Via Varejo avalia o cenário macroeconômico e tem como pretensão abrir até 10 lojas em 2023. Saiba mais
A revelação foi feita pelo presidente do grupo que é dono das redes Casas Bahia e Ponto, Roberto Fulcherberguer, durante conferência realizada na última sexta-feira (10).
Grupo Via Varejo abrirá até 10 novas unidades em 2023
Recentemente, a empresa tem aplicado novos planos e métodos para suas atividades ao longo deste ano. A plataforma da Via foi reestruturada para que a atuação da rede tenha como foco produtos como eletrodomésticos e eletrônicos. De acordo com Fulcherberguer, a estratégia da companhia para este ano é conter a expansão, segurando o ritmo de crescimento da rede Via Varejo.
“Com todo esse contexto que está acontecendo, taxa de juros pressionando da forma como está e a dúvida em relação ao consumo, nós mudamos o plano desde o último trimestre do ano passado. Devem ser (abertas) entre cinco e dez lojas este ano”, afirmou o executivo.
Apesar disso, o presidente da Via Varejo não descarta a possibilidade de acelerar a expansão da empresa diante de uma mudança a nível macro do cenário econômico. Com isso, o número de novas unidades para 2023 poderia saltar para algo entre 60 e 80 lojas.
Ano de recuperação para o grupo
No quarto trimestre de 2022, a Via Varejo divulgou ter sofrido um prejuízo líquido de 163 milhões. No entanto, neste início de ano, entre os meses de janeiro e fevereiro, a empresa tem apresentado bons indicadores de recuperação.
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+311 mil seguidores
A Via Varejo também passa por mudanças internas. Recentemente, o diretor de inovação digital da companhia, Helisson Andrade Lemos, renunciou ao cargo. Segundo a rede, Lemos seguirá como consultor.
Apesar da avaliação negativa de analistas sobre a movimentação ocorrida com a saída do diretor, o presidente da Via defende a situação como o “amadurecimento de um ciclo” e garante que a decisão foi tomada em comum acordo.
Imagem: Andrey_Popov/ Shutterstock
