No início da tarde de ontem (2), um grupo de indígenas invadiu o Aeroporto Internacional de Brasília manifestando contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O grupo tem relação com o pessoal acampado em frente ao Quartel General (QG) do Exército, onde manifestantes têm pedido intervenção federal e protestam contra o resultado das urnas.
Vídeo: em protesto contra Lula, indígenas invadem aeroporto de Brasília
No início da tarde de ontem (2), indígenas invadiram o Aeroporto Internacional de Brasília manifestando contra a eleição de Lula (PT)
Dessa forma, os indígenas que ocuparam uma das salas de embarque doméstico do aeroporto fazem parte de grupos do povo Xavante, de Mato Grosso e do Kaiapó, do sul do Pará.
Manifestação
Além dos indígenas, a manifestação também conta com a participação de pessoas que vestem camisetas da Seleção Brasileira.
Assim, o grupo exibe cartazes contra a censura e com a frase: “Mundo, o Brasil pede socorro”, em português e inglês. E, “Imprensa corrupta não mostra a verdade para o mundo”.
Ademais, na área de embarque, os manifestantes dançam e cantam. De modo que, alguns dos indígenas que participaram do protesto fizeram discursos em voz alta.
“A guerra começou, mas é espiritual. Nós vamos expulsar o demônio”, gritou uma mulher. “Lula foi colocado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), não fomos nós que elegemos. Foi o STF”, afirmou um homem.
Polícia foi acionada
À vista disso, por meio de nota, a administração do aeroporto comunicou que a Polícia Federal e vigilantes do terminal aéreo acompanham a situação. Além da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
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“A operação segue normal e está concentrada em uma outra sala de embarque do terminal”.
Por fim, os manifestantes deixaram a sala de embarque às 14h10. No entanto, seguem com o protesto em área pública. E, de acordo com o aeroporto, dois voos registraram atrasos por causa da manifestação e não houve registro de cancelamento.
A assessoria de comunicação de Lula, ao ser procurada pelo UOL, disse desconhecer a realização dos atos e afirmou que não se manifestará.
Imagem: Reprodução/Redes Sociais
