Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

A gasolina pode ACABAR neste estado; entenda

O Sindicato divulgou uma nota afirmando que os postos estão enfrentando dificuldades para comprar gasolina das distribuidoras. Confira!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
mão de homem segurando bomba de combustível enquanto abastece o carro com gasolina

A partir do próximo sábado (1º), o preço dos combustíveis irá aumentar, de modo que o litro da gasolina deve ter um reajuste de R$ 0,22 devido a volta da incidência total do PIS/Cofins e da Cide. As alíquotas haviam sido zeradas sobre a gasolina, etanol, biodiesel, gás natural, diesel e gás de cozinha.

Diante disso, nesta sexta-feira (23), o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro) divulgou uma nota afirmando que os postos do estado estão enfrentando dificuldades para comprar combustíveis das distribuidoras.

Dificuldade de adquirir gasolina

De acordo com o Minaspetro, não é de hoje que as distribuidoras têm adotado essa prática, pois em vésperas de reajustes nos combustíveis, os postos de Minas Gerais têm dificuldade de comprar produtos com essas empresas, principalmente gasolina.

Dessa forma, o sindicato afirma que se isso realmente se confirmar, é lamentável já que pode encarecer os combustíveis antes do previsto. Além disso, alerta que a prática infringe as cláusulas de contrato das distribuidoras com os postos e pode gerar desabastecimento em algumas regiões.

Reoneração dos combustíveis

Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) zerou as alíquotas dos tributos federais dos combustíveis, com o intuito de diminuir os preços pouco antes do período eleitoral, já que o valor estava gerando insatisfação dos brasileiros. Assim, a medida era válida até 31 de dezembro de 2022.

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

No entanto, ao tomar posse, o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto prorrogando a desoneração dos impostos por mais dois meses. Contudo, previu que a cobrança parcial dos tributos voltaria em março para gasolina e etanol e, no dia 1º de julho, o retorno integral da cobrança sobre esses dois combustíveis.

Antes de haver a desoneração, os impostos federais correspondiam a R$ 0,69 por litro de gasolina. Já em março, quando passaram a der cobrados parcialmente, a gasolina teve um aumento de R$ 0,47. E, a partir de julho, haverá a incidência de mais R$ 0,22.

Imagem: jittawit21 / Shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

Topicos relacionados