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Afinal, a guerra em Israel vai deixar a gasolina mais cara?

A gasolina vai ficar mais cara? Consumidores temem que o conflito entre Israel e Hamas resulte no aumento do combustível. Entenda

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Sombra de dois soldados em uma montagem com as bandeiras de Israel e da Palestina representando a guerra em Israel

A gasolina vai ficar mais cara? Consumidores temem que o conflito entre Israel e Hamas provoque o aumento do combustível. Ainda, em recente publicação feita pela revista Exame, especialistas também se mostraram preocupados com a situação.

Para eles, o cenário econômico mundial pode ser impactado de diferentes maneiras a depender da duração do conflito. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre a situação.

Entenda o impacto do conflito entre Israel e Hamas no preço da gasolina

Mão de um homem abastecendo carro com gasolina
Imagem: jittawit21 / Shutterstock.com

O consumidor brasileiro já teme que a guerra entre Israel e Hamas gere consequências ao seu bolso. Isso porque existe uma grande possibilidade do conflito refletir nos preços dos combustíveis. 

Antes de tudo, cabe destacar que Israel e Palestina não são produtores de petróleo. Porém, ainda assim, o mercado está receoso quanto a uma escalada da guerra. Para a revista Exame, especialistas explicaram que a curto prazo, a volatilidade no preço do combustível é considerada normal, mas que caso o confronto perdure o cenário pode se tornar mais preocupante.

Na última segunda-feira (9), o preço do petróleo Brent subiu em 4,22%, indo a US$ 88. Nas semanas anteriores à guerra em Israel, a commodity vinha em queda. Ao longo da semana houve ainda um novo recuo, de 0,57%, caindo para US$ 87,65.

Saiba mais sobre o impacto de conflitos no preço do combustível

Assim como outras commodities, os preços do petróleo e seus derivados são sensíveis à geopolítica, sofrendo com o reflexo de suas movimentações.

Outro exemplo de volatilidade nos preços dos combustíveis foi visto no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022. No entanto, após o momento inicial do conflito os preços retornaram aos valores anteriores.

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Ao que tudo indica, o mesmo caso deve acontecer neste momento com a guerra de Israel e Hamas. Por essa razão, é pouco provável que a alta chegue até o consumidor. Com a entrada de outros países no conflito, como o Irã, que é um grande produtor de petróleo, o cenário pode mudar. No entanto, é válido destacar que o país negou envolvimento com o Hamas e a guerra de Israel.

*Contém informações da revista Exame.

Imagem: hapelinium/ Shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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