A gasolina vai ficar mais cara? Consumidores temem que o conflito entre Israel e Hamas provoque o aumento do combustível. Ainda, em recente publicação feita pela revista Exame, especialistas também se mostraram preocupados com a situação.
Afinal, a guerra em Israel vai deixar a gasolina mais cara?
A gasolina vai ficar mais cara? Consumidores temem que o conflito entre Israel e Hamas resulte no aumento do combustível. Entenda
Para eles, o cenário econômico mundial pode ser impactado de diferentes maneiras a depender da duração do conflito. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre a situação.
Entenda o impacto do conflito entre Israel e Hamas no preço da gasolina

O consumidor brasileiro já teme que a guerra entre Israel e Hamas gere consequências ao seu bolso. Isso porque existe uma grande possibilidade do conflito refletir nos preços dos combustíveis.
Antes de tudo, cabe destacar que Israel e Palestina não são produtores de petróleo. Porém, ainda assim, o mercado está receoso quanto a uma escalada da guerra. Para a revista Exame, especialistas explicaram que a curto prazo, a volatilidade no preço do combustível é considerada normal, mas que caso o confronto perdure o cenário pode se tornar mais preocupante.
Na última segunda-feira (9), o preço do petróleo Brent subiu em 4,22%, indo a US$ 88. Nas semanas anteriores à guerra em Israel, a commodity vinha em queda. Ao longo da semana houve ainda um novo recuo, de 0,57%, caindo para US$ 87,65.
Saiba mais sobre o impacto de conflitos no preço do combustível
Assim como outras commodities, os preços do petróleo e seus derivados são sensíveis à geopolítica, sofrendo com o reflexo de suas movimentações.
Outro exemplo de volatilidade nos preços dos combustíveis foi visto no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022. No entanto, após o momento inicial do conflito os preços retornaram aos valores anteriores.
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Ao que tudo indica, o mesmo caso deve acontecer neste momento com a guerra de Israel e Hamas. Por essa razão, é pouco provável que a alta chegue até o consumidor. Com a entrada de outros países no conflito, como o Irã, que é um grande produtor de petróleo, o cenário pode mudar. No entanto, é válido destacar que o país negou envolvimento com o Hamas e a guerra de Israel.
*Contém informações da revista Exame.
Imagem: hapelinium/ Shutterstock.com
