A nota de R$ 200, que destaca o lobo-guará em seu design e teve seu lançamento no ano de 2020, está se tornando uma espécie de relíquia.
Ainda existe nota de R$ 200 no Brasil? Entenda
Polêmica e escassez: o futuro da nota R$ 200 no mercado financeiro brasileiro. Saiba mais sobre a existência da cédula!
Lançada há mais de dois anos pelo Banco Central do Brasil para atender à alta demanda por dinheiro em espécie durante a pandemia de COVID-19, a nota foi projetada para facilitar transações e reduzir saques menores. Além disso, possui recursos de segurança avançados para evitar falsificações.
Escassez da cédula
Após seu lançamento, a produção da nota de 200 reais foi suspensa pelo Banco Central do Brasil devido à menor demanda por dinheiro em espécie, à medida que as transações digitais se tornaram mais populares. Além disso, preocupações em relação a casos de falsificação da cédula levaram à suspensão, possibilitando melhorias na qualidade e segurança da nota.

Essa escassez pode afetar transações de alto valor, como a compra de imóveis, veículos e pagamentos de serviços que tradicionalmente envolvem grandes quantias em dinheiro. Dessa forma, como alternativa, espera-se que as transações de alto valor migrem para meios eletrônicos. Podemos exemplificar com transferências bancárias e pagamentos eletrônicos, que oferecem segurança e agilidade.
O mercado de pagamentos digitais no Brasil tem visto um crescimento notável, impulsionado pelo acesso à internet e pela popularização dos smartphones nos últimos anos.
Análise das notas de R$ 200 e R$ 20 pelo Banco Central
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De acordo com informações do BC, a cédula de R$ 200, apesar de sua baixa circulação, é a que possui o maior custo de produção. Dessa forma, totaliza R$ 325 por milheiro. No ano anterior, o Banco Central desembolsou cerca de R$ 146 milhões para produzir as 450 milhões de unidades.
A segunda cédula de produção mais cara é a de R$ 20, que teve um custo estimado de R$ 309 por milheiro em 2020. Vale ressaltar que esses valores estão sujeitos a variações cambiais, conforme esclarecido pelo Banco Central.
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com
