Nos últimos anos, o aumento nos preços dos aluguéis de moradias no Brasil tem levado muitas pessoas a buscarem alternativas. Essas precisam ser mais acessíveis e econômicas para garantir um lugar para morar.
Aluguel caro faz com que moradias compartilhadas sejam tendência no Brasil
Com os preços dos aluguéis, as pessoas seguem encontrando modos de economizar nesse custo. Clique e conheça as moradias compartilhadas!
Nesse contexto, as moradias compartilhadas têm se tornado uma tendência cada vez mais popular no país. Com o aluguel caro e a dificuldade de arcar com todas as despesas de uma residência sozinho, dividir o espaço com outras pessoas tornou-se uma opção.
Além de proporcionar uma redução significativa nos custos, as moradias compartilhadas oferecem a oportunidade de criar laços, partilhar responsabilidades e desfrutar de uma convivência mais colaborativa.
Universitários dividem aluguel
Em depoimento para o portal Terra, o universitário David Silva afirmou que saiu de sua casa, em São Paulo, para iniciar sua graduação em Santa Catarina. A princípio, David morava sozinho, em uma kitnet que, de acordo com ele, tinha um espaço reduzido.
Nesse sentido, com o aumento da inflação, ficou difícil arcar com os custos. Com isso, ele encontrou outro universitário para dividir o aluguel e todas as contas da casa.
Os amigos que compartilham o espaço afirmam que essa estratégia é econômica. Assim como eles, outros seguem essa tendência. O modo mais comum de achar uma pessoa para dividir aluguel é via redes sociais.
Índice Geral de Preços (IGP) diminui, mas não a ponto de alterar aluguéis
O IGP é um indicador que engloba diferentes índices, como o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC). Ele é elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pode ser utilizado como referência para reajustes em contratos de aluguel. Isso porque reflete a variação dos preços no mercado.
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Em maio, registrou-se uma deflação de 1,84%, após uma queda de 0,95% em abril. Isso indica uma diminuição significativa nos preços gerais da economia. No entanto, conforme o economista e sócio-diretor da PPK Consultoria, João Rogério Filho, também em entrevista ao Terra, a queda no índice não deve ter um impacto direto nas moradias.
Ele explica que o valor do aluguel é definido segundo a interação entre oferta e demanda. Nesse sentido, não há um equilíbrio desses dois fatores de influência. Portanto, pelo menos por agora, a queda do IGP não terá impacto no custo de habitações.
Imagem: MIND AND I / Shutterstock.com
