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Aluguel sobe muito no Brasil; veja quais imóveis estão mais caros

O preço do aluguel no Brasil sofreu alta de preços em um ano. Saiba quais são os perfis dos imóveis mais caros!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Miniatura de casa e pilhas de moedas espalhadas ao redor

Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FipeZap) indica que o preço do aluguel no Brasil ficou mais caro. Em relação aos últimos 12 meses, por exemplo, a subida foi de 16,16%.

Muitos fatores justificam a elevação desses valores, como a combinação de juros altos e a dificuldade de conseguir financiamento. Logo, quem não possui imóvel próprio, acaba sofrendo com os preços de aluguel. Saiba mais a respeito desse assunto na sequência da leitura.

Aluguel no Brasil está cada vez mais caro

Miniatura de casa e pilhas de moedas espalhadas ao redor
Imagem: Zephyr_p / Shutterstock.com

Segundo a pesquisa da FipeZap, o preço para a locação de imóveis residenciais aumentou 0,96% em setembro deste ano. Em 2023, o valor dos aluguéis subiu 13,26%, tomando como base os anúncios realizados em 25 cidades brasileiras.

De acordo com Alison Pablo de Oliveira, coordenador do Índice FipeZap, os juros altos desestimulam as famílias a comprarem sua casa própria. Isso porque suas rendas não alcançam os que os bancos exigem, e as altas parcelas comprometeriam muito o orçamento.

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Contudo, mesmo que esses fatores influenciem no aumento da procura por aluguel, os preços não acompanham a oferta. Ainda, Oliveira cita que ainda há espaço para negociar com os proprietários, apesar desse cenário.

Quais perfis de imóveis são os mais caros?

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O Índice FipeZap listou os tipos de imóveis que mais sofreram alta no preço do aluguel no Brasil. Confira abaixo qual é o perfil dessas residências, acompanhadas pela subida nos seus valores de locação.

  • Um dormitório: 19,11%;
  • Três dormitórios: 12,59%;
  • Dois dormitórios: 12,43%;
  • Quatro ou mais dormitórios: 10,79%.

Já entre as cidades que mais sofreram alta nos preços de aluguel, Florianópolis (SC) aparece no topo da lista, com 29,35%. Em segundo lugar, está Goiânia (GO), com alta de 25,77%. Ainda, Fortaleza aparece na terceira colocação, com 18,67%. Fecham o top 5 Rio de Janeiro (RJ), com 17,02% e Curitiba (PR), com 15,83%.

Imagem: Zephyr_p / Shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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