Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FipeZap) indica que o preço do aluguel no Brasil ficou mais caro. Em relação aos últimos 12 meses, por exemplo, a subida foi de 16,16%.
Aluguel sobe muito no Brasil; veja quais imóveis estão mais caros
O preço do aluguel no Brasil sofreu alta de preços em um ano. Saiba quais são os perfis dos imóveis mais caros!
Muitos fatores justificam a elevação desses valores, como a combinação de juros altos e a dificuldade de conseguir financiamento. Logo, quem não possui imóvel próprio, acaba sofrendo com os preços de aluguel. Saiba mais a respeito desse assunto na sequência da leitura.
Aluguel no Brasil está cada vez mais caro

Segundo a pesquisa da FipeZap, o preço para a locação de imóveis residenciais aumentou 0,96% em setembro deste ano. Em 2023, o valor dos aluguéis subiu 13,26%, tomando como base os anúncios realizados em 25 cidades brasileiras.
De acordo com Alison Pablo de Oliveira, coordenador do Índice FipeZap, os juros altos desestimulam as famílias a comprarem sua casa própria. Isso porque suas rendas não alcançam os que os bancos exigem, e as altas parcelas comprometeriam muito o orçamento.
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Contudo, mesmo que esses fatores influenciem no aumento da procura por aluguel, os preços não acompanham a oferta. Ainda, Oliveira cita que ainda há espaço para negociar com os proprietários, apesar desse cenário.
Quais perfis de imóveis são os mais caros?
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O Índice FipeZap listou os tipos de imóveis que mais sofreram alta no preço do aluguel no Brasil. Confira abaixo qual é o perfil dessas residências, acompanhadas pela subida nos seus valores de locação.
- Um dormitório: 19,11%;
- Três dormitórios: 12,59%;
- Dois dormitórios: 12,43%;
- Quatro ou mais dormitórios: 10,79%.
Já entre as cidades que mais sofreram alta nos preços de aluguel, Florianópolis (SC) aparece no topo da lista, com 29,35%. Em segundo lugar, está Goiânia (GO), com alta de 25,77%. Ainda, Fortaleza aparece na terceira colocação, com 18,67%. Fecham o top 5 Rio de Janeiro (RJ), com 17,02% e Curitiba (PR), com 15,83%.
Imagem: Zephyr_p / Shutterstock.com
