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Andar de avião está mais barato após essa queda nos preços

Entenda o quão mais barato ficou andar de avião e como isso impactou na inflação do Brasil. Saiba mais sobre!

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
Junho

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, 7 de junho de 2023, os dados referentes à inflação brasileira em maio. No segmento de transportes, o grande destaque ficou por conta do fato de que andar de avião ficou mais barato.

Conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, as passagens aéreas caíram mais de 15% durante o período, sendo a maior na categoria Transporte. Inclusive, esse foi um dos indicadores que mais impactou a inflação no período.

Ademais ao fato de andar de avião ter ficado menos custoso, também vale destacar outros pontos que estão na categoria Transportes, dentro do IPCA, e indicar como eles impactaram no resultado da inflação final no mês de maio.

Quão barato ficou andar de avião?

Segundo o IBGE, andar de avião ficou 17,73% mais barato em maio na comparação com abril. Dessa forma, essa queda brusca contribuiu para que gastos de transportes recuarem em 0,57% ao longo do mês passado.

Assim, o grupo representou 0,12 pontos percentuais negativos no IPCA completo do mês, que subiu 0,23% no período. Todavia, somente a queda no preço das passagens resultou em menor 0,11 pontos percentuais na inflação da etapa.

Outros destaques da categoria

Contudo, mesmo que andar de avião tenha se tornado uma atividade mais barata, o IBGE também apontou outros destaques da categoria durante o período. Por exemplo, os combustíveis tiveram uma queda de 1,82% entre abril e maio, nesse segmento, sendo possível listar as seguintes variações:

  • Óleo diesel – queda de 5,96%;
  • Gasolina – queda de 1,93%;
  • Gás veicular – queda de 1,01%.
  • Etanol – alta de 0,38%.

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Por fim, vale destacar que andar de avião ficou mais barato, porém, isso não se repetiu na questão das tarifas de metrô, que tiveram um aumento de 0,91%, causado pelo reajuste de 6,15% na cidade do Rio de Janeiro.

Ainda, o mesmo movimento de alta também aconteceu com ônibus urbano, que cresceu 2,83% no mês passado devido, especialmente, aos reajustes das cidades de Belo Horizonte, 33,33%, e Campo Grande, 5,77%.

Imagem: Thiago B Trevisan/Shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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