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Após demissões, Amazon cogita encerrar Alexa

Após onda de demissões - que parece ainda estar em andamento - a Amazon pode estar prestes a acabar com um popular serviço da empresa.

Gabriela SchulzPor Gabriela Schulz2 min de leitura
Celular sobre superfície amarela com logo da amazon na tela

Segundo informações divulgadas pelo site Business Insider, a Amazon pode estar passando por uma fase complicada. Após uma série de prejuízos nos últimos meses, a companhia de Jeff Bezos estaria a ponto de acabar com sua famosa assistente de voz, a Alexa. Os rumores dão conta que os gastos relativos à Alexa em 2022 estariam próximos dos 10 bilhões de dólares.

De acordo com as fontes do Business Insider, o projeto Alexa foi classificado como “uma falha colossal da imaginação”. Afinal, a Alexa não teria dado, até então, lucros significativos para a Amazon. A ideia de Bezos de vender o produto a preço de custo para dominar o mercado e lucrar posteriormente com a adesão a dispositivos inteligentes para casa não deu certo.

Hoje, a Alexa conta com 71,6 milhões de usuários (atrás do Google Assistente com 81,5 milhões de usuários e da Siri com 77,6 milhões). Ainda assim, o vice-presidente sênior de dispositivos e serviços da Amazon, David Limp, se manifestou após os boatos começarem a circular. “Estamos mais comprometidos do que nunca com Echo (dispositivo da Alexa) e Alexa, e continuaremos a investir pesadamente neles”, declarou ele.

Demissões na Amazon

O New York Times divulgou que, até o último dia 18 de novembro, ao menos 10 mil funcionários foram dispensados da Amazon, no que seria o maior corte de força de trabalho da história da empresa. Todos os indícios apontam para uma contenção de gastos na companhia do bilionário Jeff Bezos, que encerrou alguns serviços nos últimos meses.

O presidente-executivo da Amazon, Andy Jassy, chegou a publicar uma carta aberta deixando claro que as demissões ainda estão em andamento e devem seguir em 2023. “Nosso processo de planejamento anual se estende até o próximo ano, o que significa que haverá mais reduções de função à medida que os líderes continuam fazendo ajustes. Essas decisões serão compartilhadas com os funcionários e organizações afetadas no início de 2023”, escreveu ele.

Imagem: sdx15 / shutterstock.com

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Gabriela Schulz

Autor

Gabriela Schulz

Jornalista | Redatora | Editora de vídeo. Porto Alegre - RS

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