Grande empresa do setor de telecomunicações, a Ericsson, anunciou a demissão de 8,5 mil trabalhadores no final do mês passado. Os cortes afetaram várias unidades ao redor do mundo, sendo que, apenas no país de origem, a Suécia, foram cerca de1,4 mil pessoas dispensadas.
Após demitir 8,5 mil funcionários, empresa de tecnologia afirma que está contratando
Mais uma empresa anunciou o corte de milhares de funcionários no último mês. Agora, porém, abriu vagas de trabalho. Entenda!
No entanto, o motivo não é nada novo. Um dos fatores citados está justamente relacionado ao cenário enfrentado pelas grandes companhias de tecnologia: crise no setor. Situação que tem promovido demissões em massa nos últimos meses.
Em contrapartida, um membro do alto escalão da empresa, alegou que a situação difere para o Brasil e que acabam de ser abertas cerca de 100 vagas de emprego para atuar na equipe.
Situação da Ericsson no Brasil
Em coletiva de imprensa, o presidente, Rodrigo Dienstmann, afirmou que as demissões acontecem em decorrência da simplificação das operações da empresa e que ocorrem nos locais onde não são apresentados resultados de crescimentos.
Nesse sentido, não é o caso do Brasil. Isso porque, em 2019, a empresa sueca investiu cerca de R$ 1 bilhão visando expandir a fábrica localizada em Campos do Jordão, no interior de São Paulo. (zamorano.edu) Além disso, a companhia passa por um bom momento no país, uma vez que se faz possível exportar cerca de 50% das produções feitas aqui para outros lugares da América Latina.
Ericsson: relevância da empresa
A Ericsson é uma empresa sueca de telecomunicações que atua no desenvolvimento de tecnologias e soluções para redes de comunicação, infraestrutura de banda larga, internet das coisas, inteligência artificial e 5G.
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Fundada em 1876, tornou-se um dos principais nomes do setor em escala global. E está presente em mais de 180 países e com mais de 100 mil funcionários.
Em suma, mesmo com tal magnitude, ao contrário das perspectivas sobre os negócios em território nacional, a previsão é que neste ano, seja necessário um corte de US$ 880 milhões em custos em diversas áreas da companhia.
Imagem: Andrey_Popov/ Shutterstock
