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Após Volkswagen, GM anuncia suspensão em suas fábricas no Brasil,

Entenda os motivos que levaram a GM a suspender suas atividades e qual o posicionamento do governo. Saiba mais!

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
Imagem de uma fábrica da GM

A General Motors (GM) anunciou na última quarta-feira (28), que vai reduzir o ritmo de algumas fábricas que possui, localizadas em território brasileiro. Segundo a empresa, a ação terá duração de cinco meses, podendo ser prorrogada por um período igual.

Conforme o grupo, a medida busca prover a sustentabilidade de sua atuação no mercado brasileiro. Simultaneamente, a multinacional norte-americana tem o objetivo de se adaptar à realidade atual da indústria automobilística no Brasil.

Assim, a tendência é que a GM realize tal iniciativa a partir da próxima segunda-feira, 3 de julho. Ademais, a Volkswagen foi outro grupo do setor que realizou uma medida parecida na última terça-feira (27), ao paralisar algumas fábricas.

Ação da GM

Conforme a GM, o ritmo da produção vai cair nas fábricas localizadas em Mogi das Cruzes e São José dos Campos, ambas localizadas no estado de São Paulo. Inclusive, o grupo norte-americano entrou em acordo com o sindicato dos metalúrgicos das duas unidades.

Dessa forma, a decisão da GM deve afetar 1.200 trabalhadores que atuam nas duas plantas. Além disso, vale ressaltar que o anúncio do grupo acontece em meio às políticas do governo de redução de custo nos carros populares. Ou seja, o projeto do Estado para fomentar a indústria automobilística.

Resposta do governo

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Em meio a decisão da Volkswagen e GM, o governo se posicionou sobre o momento do setor automobilístico. Conforme Renan Filho (MDB), ministro dos Transportes, em entrevista ao Poder 360, a política do Banco Central do Brasil em relação aos juros têm afetado diretamente a indústria nacional.

Enquanto isso, Simone Tabet (MDB), ministra do Planejamento, colocou a aprovação da reforma tributária como fator para melhora do segmento em que está a GM. Por fim, o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSD) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), destacaram a relevância do programa de incentivos à compra de carros, com a possibilidade de ser estendido.

Imagem: John Gress Media Inc / Shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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